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A Maior Cratera da Terra

Geólogos sul-africanos identificaram a maior e mais antiga cratera feita por um meteoro na Terra
Há 2.100 milhões de anos, um meteorito causou a destruição da superfície da Terra. A magnitude da catástrofe foi tal que, apesar do tempo transcorrido, ainda é possível visualizar a principal marca do choque com o solo. Estamos falando da magnífica cratera Vredefort, situada na província sul-africana de Free State. Até há pouco os cientistas acreditavam que esta cratera era uma relíquia vulcânica do passado.



Uma equipe de geólogos da Universidade de Witwatersland está estudando-a a fundo e já têm um veredito: a cratera de Vredefort foi causada por um gigantesco choque cósmico, e não só isto - com seu diâmetro que vai de 250 a 300 Km, a Vredefort subiu para 1º no ranking, tornando-se a maior e mais antiga cratera da Terra. Supera em dimensões a cratera canadense de Sudbury, e também a de Chicxulub, na península de Yucatán. Como este último, a cratera sul-africana teve uma grande influência no clima terrestre quando nosso planeta tinha a metade da idade de hoje, afetando boa parte da vida na superfície do planeta.

Os geólogos coordenados por Uwe Reimold concluíram que os minerais do interior da cratera foram deformados de um modo que a atividade vulcânica terrestre não pode fazer. A cratera de Vredefort, que serve de paisagem natural à população de mesmo nome, é tão grande e está tão erodida que não denota sua verdadeira origem com facilidade. Para causar uma depressão como essa, um objeto procedente do espaço, de uns 10 Km de diâmetro, teria que chocar-se contra o solo a uma velocidade de 40.000 a 250.000 km/h. A quantidade de pó que lançaria na atmosfera, tornando-a opaca ao encontro com a luz solar, causaria uma catástrofe sem precedentes.

Crânios de cristal

Os crânios de cristal foram encontrados no México, América Central e América do Sul e são uma das maiores descobertas arqueológicas do século XX. Cada peça foi esculpida em um único bloco de cristal por volta do ano 1.000 a.C., com uma perfeição de detalhes que só poderia ser repetida pela tecnologia atual.

O peso médio de cada crânio é de 5 quilos, com as dimensões de 13 cm de altura, 13 cm de frente e 18 cm de profundidade. Ao todo são 13 peças, hoje espalhadas por museus de todo mundo.

As teorias sobre quem teria confeccionado os crânios apontam desde os Aztecas até inteligências extraterrestres, mas ainda não podemos ter a menor idéia de 'como' eles fizeram isso...

A Biblioteca de Alexandria

O imenso arquivo de livros considerados 'perigosos', como as obras de Bérose que relatavam seus encontros com extraterrestres ou 'Sobre o feixe de luz', provavelmente a primeira obra sobre discos voadores, os livros secretos que davam poder ilimitado, os segredos da alquimia....tudo desapareceu

Uma fantástica coleção de saber foi definitivamente aniquilada pelos árabes em 646 da era cristã. Antes disso muitos ataques foram destruindo aos poucos esse monumento. Alexandria foi a primeira cidade do mundo totalmente construida em pedra. A biblioteca compreendia dez grandes salas e quartos separados para os consultantes. Discute-se, ainda, a data de sua fundação, por Demétrios de Phalére. Desde o começo, ele agrupou setecentos mil livros e continuou aumentando sempre esse número. Os livros eram comprados às expensas do rei. Demétrios foi o primeiro ateniense a descolorir os cabelos, alourando-os com água oxigenada. Depois foi banido de seu governo e partiu para Tebas. Lá escreveu um grande número de obras, uma com o título estranho: 'Sobre o feixe de luz no céu', que é provavelmente, a primeira obra sobre discos voadores. Demétrios tornou-se célebre no Egito como mecenas das ciências e das artes, em nome do rei Ptolomeu I . Ptolomeu II continuou a interessar-se pela biblioteca e pelas ciências, sobretudo a zoologia. Nomeou como bibliotecário a Zenodotus de Éfeso, nascido em 327 a.C., e do qual ignoram as circunstâncias e data da morte. Depois disso, uma sucessão de bibliotecários , através dos séculos, aumentou a biblioteca, acumulando pergaminhos, papiros, gravuras e mesmo livros impressos, se formos crer em certas tradições. A biblioteca continha portanto documentos inestimáveis.

Sabe-se que um bibliotecário se opôs, violentamente ,à primeira pilhagem da biblioteca por Júlio César, no ano 47 a.C., mas a história não tem o seu nome. O que é certo é já na época de Júlio César, a biblioteca de Alexandria tinha a reputação corrente de guardar livros secretos que davam poder praticamente ilimitado. Quando Júlio César chegou a Alexandria a biblioteca já tinha pelo menos setecentos mil manuscritos. Os documentos que sobreviveram dão-nos uma idéia precisa. Havia lá livros em grego. Evidentemente, tesouros: toda essa parte que nos falta da literatura grega clássica. Mas entre esses manuscritos não deveria aparentemente haver nada de perigoso. Ao contrário , o conjunto de obras de Bérose é que poderia inquietar.

Sacerdote babilônico refugiado na Grécia, Bérose nos deixou de um encontro o relato com os extraterrestres: os misteriosos Apkallus, seres semelhantes a peixes, vivendo em escafandros e que teriam trazido aos homens os primeiros conhecimentos científicos. Bérose viveu no tempo de Alexandre, o Grande, até a época de Ptolomeu I. Foi sacerdote de Bel-Marduk na babilônia. Era historiador, astrólogo e astrônomo. Inventou o relógio de sol semicircular. Fez uma teoria dos conflitos entre os raios dos Sol e da Lua que antecipa os trabalhos mais modernos sobre interferência da luz.

A História do Mundo de Bérose, que descrevia seus primeiros contatos com os extraterrestres, foi perdida. Restam alguns fragmentos, mas a totalidade desta obra estava em Alexandria. Nela estavam todos os ensinamentos dos extraterrestres.

A ofensiva seguinte, a mais séria contra a livraria, foi feita pela Imperatriz Zenóbia . Ainda desta vez a destruição não foi total, mas livros importantes desapareceram. Conhecemos a razão da ofensiva que lançou depois dela o Imperador Diocleciano ( 284--305 d.C. ). Diocleciano quis destruir todas as obras que davam os segredos de fabricação do ouro e da prata. Isto é, todas as obras de alquimia. Pois ele pensava que se os egipcios pudessem fabricar à vontade o ouro e a prata, obteriam assim meios para levantar um exército e combater o império. Diocleciano mesmo filho de escravo, foi proclamado imperador em 17 de setembro de 284. Era ao que tudo indica, perseguidor nato e o último decreto que assinou antes de sua abdicação em maio de 305, ordenava a destruição do cristianismo. Diocleciano foi de encontro a uma poderosa revolta do Egito e começou em julho de 295 o cerco à Alexandria. Tomou a cidade e nessa ocasião houve um massacre. Entretanto, segundo a lenda, o cavalo de Diocleciano deu um passo em falso ao entrar na cidade conquistada e Diocleciano interpretou tal acontecimento como mensagem dos deuses que lhe mandavam poupar a cidade.

A tomada de Alexandria foi seguida de pilhagens sucessivas que visavam acabar com os manuscritos de alquimia. E todos manuscritos encontrados foram destruidos . Eles continham as chaves essenciais da alquimia que nos faltam para a compreensão dessa ciência, principalmente agora que sabemos que as transmutações metálicas são possíveis. Seja como for, documentos indispensáveis davam a chave da alquimia e estão perdidos para sempre: mas a biblioteca continuou.

Apesar de todas as destruições sistemáticas que sofreu , ela continuou sua obra até que os árabes a destruissem completamente. E se os árabes o fizeram, sabiam o que faziam. Já haviam destruido no prórpio Islã - assim como na Pérsia - grande número de livros secretos de magia, de alquimia e de astrologia. A palavra de ordem dos conquistadores era "não há necessidade de outros livros, senão o Livro", isto é , o Alcorão. Assim , a destruição de 646 d.C. visava não propriamente os livros malditos, mas todos os livros.

O historiador muçulmano Abd al-Latif (1160-1231) escreveu: "A biblioteca de Alexandria foi aniquilada pelas chamas por Amr ibn-el-As, agindo sob as ordens de Omar, o vencedor". Esse Omar se opunha aliás a que se escrevessem livros muçulmanos, seguindo sempre o princípio: "o livro de Deus é-nos suficiente". Era um muçulmano recém-convertido, fanático, odiava os livros e destruiu-os muitas vezes porque não falavam do profeta. É natural que terminasse a obra começada por Julio César, continuada por Diocleciano e outros.

Os Astecas

Era um povo autóctone do México que fundou um império no século XV.

História: Vindos do Noste, os astecas ou mexicas, ramo dos chichimecas, penetratraram no atual vale do México no séc. XIII< onde fundaram, em 1325, a cidade de Tenochtitlan (hoje cidade do México) e se organizaram em cidades-estados. Em 1428, formaram uma federação dos reinos de Tenochtitlan, Texcoco e Tlacopán, dominada por um soberano asteca que ocupou gradualmente as regiões vizinhas submetendo, até o início do séc. XVI, quase todo México central. Extremamente próspero, altamente hierarquizado, esse Estado tornou-se uma monarquia aristocrática dominada pela religião. Em 1519 começou a conquista espanhola; a resistência foi dirigida pelo imperador Montezuma II, que foi morto(1520), da mesma forma como seu sucessor Cuahtémoc(1520-1525), pelos conquistadores que, comandados por Costés, aniquilaram o império. A célula da sociedade era o clã, formado por pessoas de uma mesma linhagem e governado por um ancião. Possuíam divindades particulares, formação militar e a terra era considerada como domínio estatal do qual os indivíduos tinham usufruto, devendo pagar tributos e prestar serviços à nobreza e ao soberano. A autoridade política, militar e religiosa centralizava-se nas mãos de um chefe supremo, sempre escolhido na mesma linhagem. A centralização era marcada por uma rede de estradas muito desenvolvida. Com o tempo foi-se acentuandoa separação entre a nobreza ( não hereditária e isenta de impostos) e o povo, formando-se grupos sociais novos e privilegiados: funcionários, artesãos, mercadores. Abaixo deles estavam os cidadãos livres, mas submetidos ao tributo e à corvéia; os homens sem terras, trabalhando para um senhor e, abaixo de todos, os escravos.
No topo dessa estrutura estava o soberano, assistido por um primeiro-ministro(que era ao mesmo tempo juiz supremo e comandante do exército) e por quatro conselheiros eleitos juntamente com o soberano. A nobrza não era uma casta inteiramente fechada, sendo possível a ascenção a seus quadros aos indivíduos que se distinguissem em façanhas guerreiras.
-Economia:
Hábeis agricultores, os astecas conheciam o alqueive (isto é, a prática de deixar terras agrícolas em repouso em certos períodos para recuperar sua força produtiva) e a irigação; cultivavam jardins flutuantes e procediam a divisão periódica das terras.Suas principais culturas eram o milho, favas feijão, melões, baunilha, pimentas, abóboras, etc. A criação de animais era restrita(cães e perus), e o comércio era muito desenvolvido, fundado sobre a troca de produtos manufaturados na capital e matérias-primas produzidas nas províncias. A metalurgia do ouro, da prata, do cobre e do estanho também era muito desenvolvida. Os tributos em espécie, pagos pelas 35 províncias, forneciam grandes riquezas, que eram acumuladas nos armazéns reais.

Teotihuacán

Teotihuacán situa-se a 48 km da Cidade do México, no centro do país

Os 20 km² da cidade de Teotihuacán são a obra-prima dos astecas, um povo hábil em obras monumentais. No legado dessa civilização singular, destacam-se as Pirâmides do Sol e da Lua. Comno duas respeitáveis anciãs, elas guardam os mistérios de um local onde deuses e seres humanos se encontraram.

Desde a sua construção, no século II a.C., Teotihuacán esteve envolta em uma aura divina. Situada em um vale cercado de montanhas e sobre uma rede de cavernas subterrâneas, Teotihuacán, ou "lugar dos Deuses", era considerada o berço do Sol, da Lua e do próprio tempo. Exemplo máximo da interação entre ambiente natural e criação humana, a Pirâmide do Sol foi erguida sobre uma caverna em forma de trevo de quatro folhas, o que lhe imprimiu caráter sagrado, com seus 222x225 metros de largura por 63 de altura.Seus construtores ainda projetaram a obra parar que a luz do sol incidisse verticalmente em seu centro em determinados dias . Segundo maior edifício do vale, a Pirâmide da Lua possui estilo típico de Teotihuacán: a combinação de planos inclinados e horizontais, talud-tablero, ela mede 120x150 metros de largura e 43 metros de altura.


Destruíção, Mistério e Glória

O século VIII marcou o apogeu de Teotihuacán, que abrigou mais de mil pessoas. As largas ruas seguiam um traçado tão rígido que foi preciso desviar o curso de um rio para que não interferisse no paralelismo das vias. Além de Templos, edíficios administrativos e residenciais, Teotihuacán contava com dois locais para reuniões - A Cidade e o Grande Conjunto. Misteriosamente destruída por um incêndio, a cidade influenciou o Império Asteca, séculos mais tarde. Prova disso é que o último imperador asteca , Montezuma II, peregrinava desde a capital do império Tenochtitlán, até as ruínas de Teotihuacán, distante cerca de 50 km. No entento, a fé do governante não foi capaz de conter a conquista espanhola no século XVI.

Quetzalcoatl
Deus local representado por uma serpente alada (serpente emplumada). Na Pirâmide Quetzalcoatl, as serpentes de pedra projetam-se para fora. Como herói da cultura primordial, Quetzalcoatl está associado ao céu, às estrelas, à água, à abundância e ao cultivo de todas as artes e ciências da civilização. Representando a união do céu e da Terra, as imagens da serpente emplumada, bem como do jaguar emplumado, estão espalhadas em toda arte de Teotihuacán - nos utensílios de cerâmica, murais e nas grandes figuras esculpidas na fortaleza de Quetzalcoatl.