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Foto do Menino Fantasma

- Você não deve fixar o olhar nesta foto
- Não deve nunca olhar nos olhos do menino por mais de 5 segundos
- Se começar a se sentir inquieto "feche" a foto
- Se sentir uma incontrolável vontade de ficar olhando APAGUE a foto de seu micro.

Esta foto foi tirada em 1985, em frente a casa do menino, por um tio do mesmo.
O menino nascido em maio de 1972, teve uma morte sem explicação em dezembro de 1978, neste mesmo local em onde foi tirada a foto. Ninguém sabe qual foi a causa da morte, ele estava com um ursinho de pelúcia nas mãos quando morreu.
O ursinho foi recolocado no quarto do menino que ficou trancado durante 1 semana enquanto a família se recuperava do choque, quando o quarto foi aberto, o ursinho havia desaparecido.

O menino reaparece na foto 7 anos após sua morte, no mesmo local, e com o ursinho desaparecido

Quando a foto foi tirada, não havia ninguém, nem nada no local
O local da foto é uma cidade do interior de São Paulo, cujo nome não deve ser revelado.
Vários fotógrafos analisaram a foto e o negativo e afirmaram ser legítima.
Várias pessoas ligadas ao incidente também morreram de formas estranhas.
O jornal da cidade publicou uma reportagem na época, estranhamente, ao tentar reproduzir a foto, o jornal obteve apenas uma mancha preta indecifrável, o jornalista que fez a matéria, desapareceu semanas depois e nunca mais foi visto.

Fotógrafos e especialistas caracterizaram a figura como um fotespelhotefacto onde, dependendo do foco, torna disforme outras partes da foto, algumas pessoas acreditam que esta foto representa um espectro de uma outra dimensão paralela, onde viveriam as pessoas que já não estão mais neste mundo.

Detalhes interessantes

- Várias pessoas dizem não ver o menino na foto.
- Algumas pessoas não vêem a imagem do menino, mas vêem a imagem de outras pessoas (normalmente mortas) famosas ou parentes;
- Algumas poucas pessoas dizem ver a imagem se movimentando, fazendo sinais com o braço e a cabeça.

A procedência desta foto ainda é um tanto desconhecida, pois a pessoa que nos enviou não quer ser identificada, a família está bastante transtornada com esses fenômenos (este da foto não foi o único), e não quer ser alvo de piadas, nem de programas de TV e jornais sensacionalista.

Fatos estranhos costumam ocorrer com algumas pessoas que observam a foto (por isso a advertência), muitos atribuídos ao espírito do menino que de acordo com especialistas, ainda vaga pela Terra, e pela casa onde a foto foi tirada. Dizem que se alguém tem uma morte prematura, permanece em um plano paralelo até que complete o seu ciclo. Muitas vezes estas pessoas por algum motivo conseguem transpor a barreira das dimensões e aparecer para os vivos, por forma de fotografias e muitas outras formas. Há quem jure que já viu alguma pessoa morta em uma TV fora do ar por exemplo.

Recomendamos não olhar a foto durante muito tempo.

A Noiva e o Motoqueiro

Esta lenda é da minha cidade!!

Á alguns anos atrás,haveria um casamento aqui em Ituiutaba.

Quando o noivo estava esperando a noiva na porta da igreja ela chegou,e atrás do carro apareceu uma moto,ela montou na moto e fugiu.

O noivo os perseguiu e entraram numa estrada de terra na Triálcool (uma empresa aqui da minha cidade). De repente,o motoqueiro foi atingido com um golpe na cabeça, separando-a do pescoço matando juntamente com ele, a noiva que estava na garupa.


Conta-se que até os dias de hoje este motoqueiro anda á noite naquelas estradas sem a cabeça e com a noiva na garupa.

O desaparecimento de colônia de Roanoke

A tragédia da Colônia Perdida teve início em meados de 1587. Talvez o termo “tragédia” não deva ser aplicado ao caso em questão. Na realidade, até os dias de hoje, não existem provas concretas do destino da colônia inglesa de Roanoke e, por conseguinte, impossível torna-se qualificar seu fado.

As teorias sobre seu desaparecimento surgiram proporcionalmente ao crescimento do interesse dos estudiosos em sua história. Paralelamente aos fatos científicos explorados, crendices e superstições reivindicavam seu lugar como responsáveis pelo fadário da colônia inglesa.

Apesar de seu desaparecimento estar coberta por um denso véu de dúvidas e contradições, a história da colônia de Roanoke não compartilha de tais características. Pelo contrário, encontra-se fortemente estruturada em fatos e documentos históricos.

O comandante inglês John White, em companhia de um grupo de agricultores, dirigiu-se a Ilha de Roanoke, com o intento de se encontrar com 15 homens ali deixados, no ano precedente, por Sir Richard Grenville, também integrante das forças armadas inglesas.

Ao chegarem ao local onde o pequeno grupo fora deixado, tudo que encontraram foram os restos mortais – ossos - de um dos homens de Grenville. Não havia sinais dos demais.

Por motivos ainda obscuros, optaram por se estabelecer novamente na Ilha de Roanoke. Casas foram erguidas e uma pequena vila surgiu.

Dentre os exploradores, encontrava-se um índio de nome Manteo, o qual foi de suma importância para o restabelecimento das relações diplomáticas entre os ingleses e os nativos de uma ilha próxima, a de Croatoan. No dia 13 de agosto, Manteo foi catequizado e declarado Lorde de Roanoke e Dasamonquepeuc, como recompensa por serviços prestados a Coroa. Dias depois, nasceria Virginia White, neta do comandante John White, assim batizada por ser a primeira criança de descendência inglesa nascida no Novo Mundo.

Com a partida do comandante White no 27º dia, a história dos eventos ocorridos na colônia tornaram-se um trágico mistério. Ele partira com o intento de trazer pessoal e suprimentos para a colônia, deixando para trás parte de sua família. No entanto, seus planos para retornar a Roanoke foram frustrados pelo recrutamento das forças navais inglesas. Fora declarada guerra contra a Espanha.

Anos passavam sem que John White conseguisse organizar uma nova expedição para o Novo Mundo. Em 20 de março de 1590, utilizando-se do que restara de sua influência perante a corte, White conseguiu embarcar para a colônia, sem os pleiteados suprimentos e pessoal. Afinal, embarcara como um simples passageiro.

Após meses de atividades militares, a expedição na qual se integrara, a expedição Wattes, no dia 12 de agosto de 1590, ancorou próxima à parte nordeste da Ilha de Croatoan. Certamente, se possuísse as informações que viria a adquirir seis dias depois, o comandante White requisitaria uma busca naquela ilha.

Já ancorados próximos a Roanoke, a tripulação pôde observar fumaça que subia da terra, enchendo-lhes de esperança quanto à segurança da colônia e de seus integrantes. Na manhã do dia seguinte, dois botes deixaram o navio em direção a praia. Durante o percurso, observaram uma nova coluna de fumaça, porém, em local diverso do que haviam visto na noite do dia anterior. Optaram, então, por investigar os sinais de fumaça mais recentes. A busca foi cansativa e inútil, pois não encontraram quaisquer sinais de seres humanos no local do fogo.

Novamente no interior do navio, eles observaram um ponto de luz na região norte da ilha. Dirigiram-se, no dia subseqüente, para o local onde avistaram a luz, mas tudo o que encontraram foram restos queimados de madeira. Daquele ponto, decidiram dirigir-se para o local onde Comandante White deixara estabelecida a colônia anos antes. Durante o percurso, nada de relevante foi observado, com exceção de algumas pegadas, provavelmente deixadas por nativos durante a noite.

Ao se aproximarem da vila de colonos, notaram as letras “CRO” incrustadas, em letras romanas, em uma árvore na base de um monte próximo. Guiados até o local das casas, acharam-nas, para seu desespero, derrubadas e destruídas e, a área em torno da pequena vila, cercada por estacas de madeira, como uma frágil muralha. Em uma das vigas principais, White encontrou a inscrição “CROATOAN”.

Ficara estabelecido, nos dias que antecederam a partida de John White, que, em caso de necessidade de remoção da colônia para outra localidade, este lugar seria a Ilha de Croatoan, e que, se tal mudança fosse forçada, levada por circunstâncias hostis, os colonos deveriam, de alguma forma, incrustar os dizeres “CROATOAN”, seguido de uma cruz de malta. Na inscrição encontrada pela expedição inglesa, não havia sinal da mencionada cruz.

A busca continuou, e John White percebeu, no interior das poucas casas que permaneceram erguidas, que os objetos encontravam-se cobertos por lodo e grama, tornando evidente que vila restava-se abandonada há muito. Ainda, no local onde os botes costumavam a ser ancorados, não havia qualquer sinal dos mesmos, ou de quaisquer outros equipamentos.

Comandante White, em sua primeira estada na ilha, deixara enterrados mapas, ilustrações e livros em um lugar secreto, de forma que pudesse encontrá-los posteriormente e se guiar através deles. Seus pertences foram misteriosamente encontrados e destruídos.

Diante de tamanha tragédia, uma pequena esperança ainda teimava em queimar em seus corações: sua filha, sua neta, bem como todos os demais colonos, poderiam ter se refugiado na Ilha de Croatoan, terra Natal de Mateo, como apontava a evidência incrustada em madeira.

Uma tempestade formava-se e o comandante e sua trupe retornaram ao navio. No dia seguinte, acordaram em dirigir-se a Croatoan, porém, o clima tempestuoso não permitiu. Traçaram um plano segundo o qual dirigir-se-iam para oeste em busca de água fresca e suprimentos, retornando, então, à sua desesperada busca. Novamente, os elementos não contribuíram com o comandante inglês. Incapacitados e derrotados, eles rumaram de volta à Inglaterra.

John White não conseguiu angariar recursos necessários a uma nova expedição, e o destino de sua filha, de sua neta, e de toda a colônia de Roanoke, perdeu-se para sempre nos jardins da História.

Não obstante os mistérios que, ainda hoje, envolvem a Colônia Perdida, teorias de todas as sortes - incluindo furacões, doenças e abduções alienígenas – reproduziram-se.

Duas teorias tomaram a dianteira na corrida por credibilidade.

Algumas evidências apontavam para o extermínio dos colonos, praticado pelos hostis nativos. Ora, como já foi explicitado, uma expedição precedeu a de John White; porém, apenas restos mortais foram encontrados. Da mesma forma, a disposição das estacas de madeira, postadas em torno da vila, como uma espécie de cerco protetor, indica a necessidade de proteção contra atentados externos. Mas, neste caso, no momento em que deixavam registrado seu destino – quando incrustaram a palavra “CROATOAN” em uma das árvores – uma cruz de malta deveria ter sido ali colocada.

A teoria mais aceita, no entanto, diz que os colonos deixaram a Ilha de Roanoke – provavelmente devido a uma forte seca que assolou a região – dirigindo-se à Ilha de Croatoan, onde encontraram receptividade por parte dos nativos, em muito devido à presença de Mateo, natural daquela ilha. Acredita-se que os nativos que foram posteriormente ali encontrados possuíam traços do homem branco, o que corroborou fortemente para esta teoria.

Aparentemente, nenhum recurso, em nosso mundo conhecido, será capaz de desvendar a lenda da Colônia Perdida, informando, com precisão, seu destino. Resta-nos crer no melhor dos fados, e acreditar que os fantasmas de Roanoke descansam em paz.


Mapa mostrando a ilha de Roanoke

Caroneiro

O Interior do Nordeste é repleto de histórias de assombrações, a que vou relatar agora, há um bom tempo vem aterrorizando os motoqueiros daquela região, porém, só fui realmente dar ênfase à essa história quando acompanhei de perto o relato de um homem. Vou chamá-lo de Pedro.

Pelo meu ponto de vista, Pedro era uma pessoa um tanto quanto descrente, não levava nada muito à sério, nem mesmo a própria vida, era bebedor, briguento, farreiro e só andava em alta velocidade em sua motocicleta. Não possuía uma inteligência das melhores, motivo pelo qual me fez acreditar mais ainda em seu relato. Vamos à ele.

Era Janeiro de 2004, época de férias e de maior número de acidentes de moto naquela região, há mais ou menos uns 6 ou 7 anos, rolava uma lenda urbana de um caroneiro fantasma que assombrava alguns motociclistas em um cruzamento de uma estrada de chão que ia de uma pequena cidade à outra, estrada completamente deserta e cercada por plantações e matas; Essa aparição não acontecia com freqüência, acontecia com o irmão, do primo, da tia de um amigo de alguém, sempre com pessoas bem distantes, o que reforçava a lenda.

Em uma tarde de Domingo, estávamos todos bebendo e conversa vai, conversa vem, acabamos chegando na história do caroneiro, Pedro riu, ficou rindo e dizia: “Se esse sem-vergonha pegar carona em minha moto eu cobro a viagem... hua hua hua!”. Falamos sobre o número de pessoas que caiam naquele cruzamento e novamente Pedro caçoava: “Cai porque não pilota! Não tem alma no mundo que me derrube da moto!”, nesse momento me deu uma sensação muito ruim, e ele apenas dava muita risada.

Foi ficando tarde, o sol já tinha se posto a um bom tempo, me retirei para a casa de meus avós e Pedro disse que ia na casa de um amigo e logo depois para a sua, precisava pegar uns DVDs e tinha que ir logo antes que seu amigo fosse dormir. Entrei em casa, liguei a TV, vi um pouco do Fantástico e fui deitar.

No dia seguinte, um amigo meu veio em casa logo cedo e dando muita risada disse: “O Pedro caiu da moto ontem, disse que uma alma penada derrubou ele! Não foi nada grave, torceu o pé mas que foi engraçado foi! Hua hua hua”. Ficamos rindo da situação, e logo fui na casa do Pedro para ver se estava tudo bem. Chegando lá me deparo com um Pedro diferente, o ar de Machão tinha ficado para trás e ali estava um garoto assustado, estava na sala com o pé em cima de uma cadeira, enfaixado, perguntei se estava tudo bem e ele logo respondeu: “Não tá nada bem mermão! Ontem eu tive o maior medo da minha vida!”. Senti vontade de rir, até pensei que ele estava inventando historinhas para cobrir a desculpa que estava bêbado e caiu da moto, mas o depoimento a seguir me fez pensar de novo.

Mal cheguei ele já começou a falar: “ Ontem a noite, quando saí daqui da praça, e fui pra casa do Claudio pegar os filmes, já estava me sentindo bem, tinha até melhorado da cachaça! Tudo estava tranqüilo, até chegar naquele maldito cruzamento. Antes de chegar na árvore, (Nesse cruzamento existe uma árvore centenária, muito velha mesmo) avistei uma presença estranha, parecia uma pessoa, mas não consegui ver suas pernas, era tudo um borrão, acelerei mais a moto e passei com toda velocidade ao lado da árvore, na hora me lembrei do caroneiro, e quando olho no retrovisor não vi mais nada, só poeira, fiquei mais tranquilo, porém percebo que do meu lado estava uma pessoa correndo de quatro como se fosse um cão usando chapéu, ficava rindo e arfando como se estivesse cansado, comecei a tremer inteiro, e aquele ser de repente sai para o lado entrando dentro do mato, comecei a orar e suar frio quando de repente sinto um peso na garupa de minha moto, alguém sentou na garupa comigo à 120km/h, algo impossível e somente dizia uma coisa: ACELERA PEDRO... ACELERA PEDRO... eram várias vozes juntas, mas ao invés de acelerar, diminui a velocidade, diminui muito, a moto derrapou e cai, ficou um silêncio mortal onde eu estava, só o barulho do motor e o farol iluminando um monte de mato, levantei a moto, subi e voltei pra casa por outro caminho, só fui perceber que estava com o pé torcido quando cheguei!”.

Senti que o Pedro não estava mentindo, o cara estava chorando, falei pra ele não brincar mais daquele jeito com o que ele não conhecia e disse para passar uns tempos sem andar de moto, pois nem todo mundo diminui a velocidade na hora do pânico, e com certeza aquele ser sobrenatural não estava querendo só assusta-lo.

Pacto

Em mais uma noite de 2008, eu fui dormir tranquilamente. Sem perceber eu ja me encontrava em um campo semelhante ao de futebol e cercado por árvores e gritei umas três vezes em alta voz:

Lúcifer, Lúcifer, Lúcifer. E quando menos esperava, apareceu um homem que tinha em suas mãos um pergaminho de luxo e ele me mostrou o pergaminho e queria que eu assinasse o mesmo.Tentei ler o que estava escrito mas não consegui, só consegui gravar uma foto de um homem que lá estava. Nela o homem estava vestido com roupa de gala, parecendo um empresário riquíssimo. O rapaz que trazia o pergaminho pegou o meu dedo e furou... daí então corri.....



Bem... o que posso dizer? Digam-me vocês. Até mais...