Isso aconteceu comigo há uns vinte anos atrás. Eu, minha irmã e duas primas estávamos veraneando com nossa família no Laranjal, lagoa no sul do Rio Grande do Sul. Eu sempre gostei muito de causos de assombração, então uma tarde começamos a trocar histórias sobre fantasmas, vampiros, o diabo a quatro... e também rolaram algumas histórias sobre o jogo do copo. Inspiradas, resolvemos tentar.
Escrevemos as letras do alfabeto em papel branco, o sim, o não e o talvez, depois recortamos e dispusemos tudo em um círculo com um copo de vidro no meio. Rezamos um pai-nosso na esperança de atrair espíritos bons e cada uma colocou um dedo em cima do copo. Perguntamos se tinha alguém alí e depois de várias tentativas o copo começou a vibrar e - sozinho - ir em direção do sim. Uma das minhas primas se assustou e jogou o copo no muro, mas o copo não quebrou.
Contamos a história para a minha tia, que ficou muito zangada por estarmos "mexendo com essas coisas" e disse que não deveríamos ter cortado a comunicação porque agora o espírito estava preso ali conosco. Voltamos para os fundos da casa, onde estava a mesa onde fizemos o jogo e rezamos pelo espírito e pedimos para o espírito ir para a luz. Depois continuamos com o nosso dia e esquecemos a respeito do jogo e do estranho comportamento do copo.
À noite, depois do jantar, fomos jogar volei do lado da casa. Era uma noite bem clara. Passávamos a bola uma para a outra quando um movimento próximo ao muro, à minha direita, chamou minha atenção. Para o meu pavor, lá flutuava uma mulher, toda vestida de branco, até sua pele e seus longos cabelos eram brancos. O mais pavoroso era que o corpo dela não se mexia, apesar de seu vestido flutuar como se estivesse ventando muito, mas a sua cabeça vinha para a frente se aproximando de nós, com a boca aberta e os olhos arregalados. Deixei a bola cair, minha prima me chamou de "boca-aberta" e foi buscar a bola. No que ela se virou ela viu a mulher e gritou. Então minha irmã e minha outra prima olharam na direção do muro e também viram a mulher. Corremos para dentro e contamos para todos, que não acreditaram em nós. Algum tempo depois comentei a história com uma pessoa de crença espírita e esta me disse que poderia ter sido o espírito de alguém que morreu afogado naquela lagoa.
Obrigado!!!
Comentem por favor...
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Ele veio para se despedir...
Sempre fui muito apegada à familia. Gosto de chamar de tio, tia, primo, prima, sobrinho, enfim... dou uma classificação especial a todos que entram na minha família, não prendendo a idade ou a ordem de chegada a mesma. Acho bonito ter uma "família" grande.
Tenho uma tia-avó, hoje ela tem 90 anos aproximadamente, e era casada com uma pessoa muito bacana, o meu tio Juquita. Eu adorava ele, ele me tratava com todos os mimos possíveis do mundo. Adorava nas férias ir para a casa dele lá em Curvelo/MG. Me trazem boas recordações esses tempos...
Esse meu tio-avô tinha um sitio no interior de Curvelo/MG, como dizemos, na roça. Ele tinha grande plantação de mangas e frutas diversas no seu sítio, o que gerava um pequeno negócio comercial de frutas para eles. Um dia, vieram uns compradores querendo um caminhão de frutas para levar para SP.
Ele como bom mineiro, acompanhou os compradores até o sítio, para que pudesse ser feita a colheita e a negociação concretizada. Despediu-se de sua esposa, e pediu que ela preparasse a comida preferida dele, pois quando ele voltasse jantaria com vontade. Assim ela o fez, preparou o prato favorito dele e deixou em cima do fogão.
Conforme os planos dele, chegaria em casa lá pelas 20:00 hs, no entanto as horas começaram a passar e nada dele chegar. A minha tia-avó conta que um aperto começou a tomar conta do peito dela, uma tristeza sem fim invadiu o coração dela, e foi aí que ela ouviu alguém limpar os pés no tapete da porta da cozinha e pigarrear. Esse mesmo alguém entrou na cozinha, mexeu nas panelas, suspirou fundo e sumiu. Ela conta que nessa hora uma certeza de que algo havia acontecido ao esposo se tornou concreta.
Passado algum tempo, chegaram em sua casa com a notícia de que ele havia falecido em um acidente no caminho de volta do sítio. O caminhão não havia conseguido fazer a curva do Rio Maquiné e foi de encontro aos barrancos, capotando, matando o meu tio e outro moço na mesma hora.
Ela conta que ouviu a notícia calada, emocionada, não pela narrativa dos detalhes do acidente, mas pelo fato do marido e companheiro de tantos anos, ter se preocupado em vir se despedir dela instantes antes, mesmo não estando mais entre os vivos.
Tenho uma tia-avó, hoje ela tem 90 anos aproximadamente, e era casada com uma pessoa muito bacana, o meu tio Juquita. Eu adorava ele, ele me tratava com todos os mimos possíveis do mundo. Adorava nas férias ir para a casa dele lá em Curvelo/MG. Me trazem boas recordações esses tempos...
Esse meu tio-avô tinha um sitio no interior de Curvelo/MG, como dizemos, na roça. Ele tinha grande plantação de mangas e frutas diversas no seu sítio, o que gerava um pequeno negócio comercial de frutas para eles. Um dia, vieram uns compradores querendo um caminhão de frutas para levar para SP.
Ele como bom mineiro, acompanhou os compradores até o sítio, para que pudesse ser feita a colheita e a negociação concretizada. Despediu-se de sua esposa, e pediu que ela preparasse a comida preferida dele, pois quando ele voltasse jantaria com vontade. Assim ela o fez, preparou o prato favorito dele e deixou em cima do fogão.
Conforme os planos dele, chegaria em casa lá pelas 20:00 hs, no entanto as horas começaram a passar e nada dele chegar. A minha tia-avó conta que um aperto começou a tomar conta do peito dela, uma tristeza sem fim invadiu o coração dela, e foi aí que ela ouviu alguém limpar os pés no tapete da porta da cozinha e pigarrear. Esse mesmo alguém entrou na cozinha, mexeu nas panelas, suspirou fundo e sumiu. Ela conta que nessa hora uma certeza de que algo havia acontecido ao esposo se tornou concreta.
Passado algum tempo, chegaram em sua casa com a notícia de que ele havia falecido em um acidente no caminho de volta do sítio. O caminhão não havia conseguido fazer a curva do Rio Maquiné e foi de encontro aos barrancos, capotando, matando o meu tio e outro moço na mesma hora.
Ela conta que ouviu a notícia calada, emocionada, não pela narrativa dos detalhes do acidente, mas pelo fato do marido e companheiro de tantos anos, ter se preocupado em vir se despedir dela instantes antes, mesmo não estando mais entre os vivos.
Homem Solitario
Ninguém mais na rua ousava cumprimentá-lo, pois já sabiam que não era um homem dado a conversas. Morava na pequena vila há muitos anos, e parece que fazia questão de não se envolver com ninguém da vizinhança. Sempre saía muito cedo de casa, tímido e cabisbaixo, aos primeiros raios do sol e, à noite, quando retornava, tinha o hábito de recolher-se cedo. Nada de música ou televisão em sua casa. Ao menos nenhum dos vizinhos jamais ouvira qualquer som de um desses aparelhos vindo de sua casa. Muito raramente, alguém ouvia baixinho, algumas músicas do Roberto Carlos, sempre músicas românticas e tristes. Nem mesmo um bom dia ou boa noite ele costumava dar ou receber. A única coisa que se sabia sobre ele é que era um homem estranho, extremamente calado, solitário e morava na última casa da rua, já perto do córrego. Sempre sisudo, nunca fora visto com alguém, nunca fora visto recebendo em casa uma visita, um parente, um amigo. Seria possível alguém ser tão solitário assim? Todos se perguntavam. Mas quem era ele? de onde teria vindo? Qual o seu verdadeiro nome? Na feira, onde tinha uma modesta barraca de especiarias e temperos, era conhecido apenas com Seu Joca (por alguns poucos clientes). Mesmo no trato com a clientela era de poucas palavras, mas era honesto nos pesos, preços e medidas e, por vender produtos de excelente qualidade, conseguia tirar dali o seu sustento, tinha clientela fiel. Sua casa era muito pequena e simples (varanda, sala, cozinha, dois quartos, um tanque na área externa e um pequeno quintal). Não obstante modesta, estava sempre aparentemente bem cuidada. A calçada era varrida todos os dias, as plantas do pequeno jardim recebiam cuidados e não era raro vê-lo, nos momento de folga, a conversar baixinho com as roseiras enquanto cortava com a tesoura algumas folhas já murchas e galhos secos. Seu gato, o Garrincha, era de uma beleza incomum, do timpo tigrado, porém grande e de pelo brilhante, meio alaranjado. Como era castrado, tinha pouco acesso à rua, e parecia bem cuidado e tranqülo, tão misterioso quanto o dono. Algumas vezes era visto a dormir no colo do Seu Joca, na única cadeira de balanço que ficava na varanda. Um dia o Seu Joca resolveu aumentar o muro do jardim, talvez para ganhar mais privacidade ou, quem sabe, manter-se ainda mais isolado. Algumas de suas vizinhas comentavam que ele parecia mesmo uma pessoa muito triste. Outros tinham medo de que ele fosse uma espécie de foragido da justiça e que por isso evitava um contato maior com quaisquer dos vizinhos. As crianças corriam, com medo, quando o viam chegar do trabalho, se ficavam a brincar até tarde da noite na rua. No imaginário da maioria delas, ele transformava-se em lobisomem, nas noites de lua-cheia. Na verdade, seu Joca era apenas um homem infeliz e amargurado. Perdera os pais, quando ainda muito jovem e com os parcos recursos de que dispunha, comprou sua casa e uma pequena barraca na feira-livre de um bairro próximo. E daqueles parcos recursos, ele sobrevivia. Era apenas um home que sobrevivia. Nunca fora visto bêbado ou com roupas sujas, mas sua vida era de um mistério insondável. Ninguém sabia ao certo sua idade, claro, mas não parecia ter mais de cinqüenta anos. Se tinha filhos ou se fora casado, ninguém jamais conseguiu descobrir. Uma de suas clientes, comentou com um de seus vizinhos que ouvira falar que sua esposa morrera tragicamente, ainda grávida de seu primeiro filho, atropelada por um enorme caminhão. Desde então, comentava-se, ele se tornara aquele ser estranho, insondável e solitário. Foi então que decidira mudar-se para a pequen vila do interior. Vivia como se tivesse, a cada dia, se despedindo da vida, um pouco a cada dia. De tão solitário que era e de tão isolado que vivia, as pessoas não perceberam, de pronto, quando ele desapareceu. Algumas coisas estranhas que foram acontecendo, até que alguém comentou que ele nunca mais fora visto e que a casa adiquiria a cada dia um aspecto sinistro de abandono. O "Garrincha", agora, era visto a perambular pelas ruas, procurando comida nas latas de lixo ou alimentando-se do resto do que os vizinhos, por compaixão, lhe davam. As plantas do jardim, aos poucos foram morrendo e dando lugar ao mato que a cada dia crescia mais. Na feira, os clientes mais assíduos deram por falta dele, mas não tinham como obter notícias e, quando tentavam, as pessoas simplesmente diziam que não sabiam, que há muito tempo não era visto. Certo dia, um dos rapazes que morava na rua, tentou pular o muro da casa e circundar o terreno. Não viu nada de estranho além do que todos já sabiam. Muito mato, ao redor da casa, janelas e portas bem trancadas, todas protegidas por fortes grades. Olhando pelas frestas nada viam e assim foram desistindo de procurar. Meses se passaram e o que se comentava é que ele nunca mais fora visto. Desaparecera de forma tão misteriosa quanto aparecera por ali, um dia. Surgiu um boato de que ele saíra de casa, de madrugada, certa vez, ainda escuro, e não fora mais visto, desde então. Mas ninguém sabia dizer com certeza se aquilo era verdade ou quando havi acontecido. Acostumaram-se à sua ausência. Ratos , lagartixas e baratas começaram a habitar a casa que a cada ano que passava, tornava-se mais deteriorada. Como os vizinhos tivessem medo de arrombá-la, continuaram a vê-la se deteriorar dia após dia. A comanhia de energia elétrica cortou o fornecimento e a companhia de saneamento apareceu um dia para levar o hidrómetro. Na caixa de correios, onde nunca aparecia uma carta, as velhas contas de água e luz foram se abarrotando, até que pararam de ser enviadas e ali ficaram por vários anos. Vândalos iam, aos poucos, apoderando-se das telhas, sobre a laje, até que o teto ficou totalmente desprotegido e começou a ganhar infiltrações que foram se espalhando pelas paredes externas, formando manchas escuras de limo cada vez maiores e nichos de formigas, vespas e outros insetos. A velha cadeira de balanço, na varanda, lá permaneceu e foi perdendo a cor, com o rigor das chuvas que iam e vinham. Passaram-se assim, três, quatro anos e um novo morador chegou na rua. Era um policial militar. Falaram-lhe sobre a casa e toda a história de mistério que cercava a vida daquele antigo morador. Ele, então, resolveu solicitar autorização judicial para fazer uma diligência ao local e adentrar o imóvel. Certa manhã, munidos dos apetrechos necessários, o novo vizinho com mais dois colegas dirigiram-se discretamente ao local, ainda bem cedo e conseguiram pular o muro e arrombar o cadeado da varanda e a porta de entrada. Logo no primeiro cômodo, a mesa estava como fora deixada quatro anos antes, porém completamente coberta de pó com uma toalha já poída, que rasgava-se ao ser tocada. Havia uma caneca de porcelana sobre ela, com o que parecia restos de café com açúcar e muita formigas a passear por alí. Algumas louças ainda sujas, mofadas, na pia da cozinha contígua. O lugar parecia ter sido abandonado às pressas e ter permanecido da mesma forma em que estava nos últimos três ou quatro anos. Muitas teias de aranha por todos os cômodos, velhas contas espalhadas pela mesa e pelo chão... Resolveram primeiro observar o estado das coisas sem tocar em nada. Observaram que havia uma caixa de um antibiótico sobre a mesa, com tarja preta e junto a ela outros remédios (anti-depressivos, análgésicos e um medicamento para controle da pressão arterial). Havia dois quartos, na casa. Os policiais entraram primeiro no menor e não viram nada de significativo, a não ser uma velha cama de solteiro sem cobertas e um armário com alguns mantimentos já completamente deteriorados, tomados pelo mofo e cheios de bichos (arroz, cereais e feijão), além de poucos materiais de limpeza doméstica. A porta do quarto maior estava trancada por dentro e eles se viram forçados a abrí-la com uma chave de fenda. Foi então que depararam-se como uma cena assombrosa, bizarra e sobretudo triste. Sobre a cama de casal, embaixo de um lençol em trapos descobriram um esqueleto em perfeito estado de conservação... Aquele homem era tão solitário que sequer fora enterrado ao morrer, sequer fora procurado por alguém, sequer merecera um velório decente. Morrera sozinho e sem alarde. Sua casa humilde havia sido, literalmente, sua última morada, o seu próprio túmulo!
Espirito na Igreja
Estamos diante de uma fotografia tirada a alguns anos atrás na parte interna de uma Igreja.
Não se sabe qual ano ela foi tirada, nem quem a bateu, mas todos dizem ver um espírito perdido vagando nas noites após as missas e celebrações.
Algumas pessoas dizem nunca terem visto nada, mas até que em um dia, essa pessoa ficou um pouco mais de tempo na Igreja, estava só e resolveu bater uma foto do altar, e sem mais nem menos na revelação apareceu isto.
Você pode notar que acima do altar no círculo claro, aparece a imagem de uma mão terminando na forma da cabeça de um peixe, muitas pessoas dizem ver outra coisa ou outro animal.
Logo abaixo você pode perceber a imagem de um espírito, brilhando no altar.
Não se sabe qual ano ela foi tirada, nem quem a bateu, mas todos dizem ver um espírito perdido vagando nas noites após as missas e celebrações.
Algumas pessoas dizem nunca terem visto nada, mas até que em um dia, essa pessoa ficou um pouco mais de tempo na Igreja, estava só e resolveu bater uma foto do altar, e sem mais nem menos na revelação apareceu isto.
Você pode notar que acima do altar no círculo claro, aparece a imagem de uma mão terminando na forma da cabeça de um peixe, muitas pessoas dizem ver outra coisa ou outro animal.
Logo abaixo você pode perceber a imagem de um espírito, brilhando no altar.
Suposta foto do Demônio
Fatos
No dia 27 Setembro de 1998, é encontrado um cadáver, muito bem conservado. A primeira vista uma menina vítima de um estupro, recente, com aproximadamente 12 anos de idade. Após uma primeira análise feita pela polícia técnica da cidade, constatou-se que alguns dos objetos pessoais da menina tinham mais de 30 anos. Isto chamou a atenção de uma Universidade Inglesa, que com uma parceria com a polícia local, foi feita uma exumação do corpo.
Feita a análise de DNA, seguida de minuciosos exames, foi constatado que o corpo havia sido conservado, inexplicavelmente, por mais de 30 anos. Foram averiguados todos os crimes ocorridos nesta época mas nenhum bateu com a fisiologia da menina em questão. Porém descobriu-se que ocorreu neste período um desaparecimento de uma menina de dentro de um colégio de freiras, próximo ao local onde o corpo havia sido encontrado.
Foi então feita uma pesquisa nos arquivos da escola para tentar explicar o estranho acontecimento. A menina chamava-se Marian Melisa Taylor e seus arquivos indicavam a data de seu nascimento no dia 6 de junho 1950. Seu desaparecimento no dia 24 de junho de 1962 . No meio dos arquivos da menina em questão, foi encontrada uma foto com a data no seu verso. Porem esta foto estava em péssimo estado, e foi necessário um espectrografia digitalizada a fim de recuperar a foto.
Para espanto dos que estavam fazendo um trabalho de recuperação nesta foto, a menina apareceu despida, com um vulto inexplicável atrás, como se tivesse puxando-a para dentro de uma sala e ela tentando fugir. Porem na foto original, percebia-se claramente a presença da vestimenta tradicional para uma estudante em um colégio de freiras para a época. Um vestido longo, azul marinho, com a cruz de Cristo no peito. E nenhum sinal de vulto algum.
Descobriu-se também que na noite do dia em que a foto foi tirada, a menina desapareceu. Após a foto ter tomado seu formato atual, foram extraviadas inexplicavelmente as outras fotos da menina de dentro dos computadores da universidade e da policia, inclusive a foto original que foi scaneada para que pudessem ser feitos os estudos.
Professores e Mestres de computação gráfica que trabalhavam no caso, não souberam explicar como a foto original transformou-se tão drasticamente. Tentou-se em vão retroceder o processo e chegar a foto original.
Curiosidades
Na foto original afirmam que a postura da menina era normal de quem esta posando para uma foto, com os pés juntos e o vestido longo deixando apenas as sapatilhas de fora.
Algumas pessoas não vêem a imagem da menina, mas vêem a imagem do demônio atrás dela
Outras dizem ver a imagem se movimentando, como se tentasse fugir do satanás. (Essas pessoas após verem a foto tiveram algum parente próximo, geralmente uma filha ou irmã, vítima de violência sexual seguida de homicídio ou simples desaparecimento).
Vejam estes dados matemáticos
A menina foi encontrada 36 anos depois (3+6) = 9
O ano que ela desapareceu foi (1962) = (1+9+6+2) = (1+8) = 9
Numero da Besta (6+6+6) = (1+8) = 9
Agora vamos pegar um número de cada, obteremos o 999
A data cujo ela foi encontrada 27/09/1998 (2+7/9/1+9+9+8) = 9/9/9
Sua foto apareceu misteriosamente com a photopolaridade magnética invertida, ao fazer uma rotação de 180° com os números duplamente encontrados acima "999" encontraremos o número 666, o numero da Besta
O ano que a menina foi encontrada, 1998 que é igual a 3 vezes o numero da Besta 666
A data de nascimento da menina 6 de junho 1950 (6/6/1+9+5+0) ... (6/6/6) ... 666
A data que a menina desapareceu foi 24/06/1962 (2+4/6/1+9+6+2) ... (6/6/6) ... 666
O numero de letras do nome dela Marian(6) Melisa(6) Taylor(6) ... Reparem o número novamente!
O dia em que a menina desapareceu 24 subtraído da data de seu nascimento 6 = 18
3 x 6 = 18 ou escrevendo 3 x 6 de outro modo 6+6+6.
Não seria tudo isso muita coincidência?
Dados
Esta matéria foi tirada de um site de Satanismo hospedado na Inglaterra, que hoje não existe mais. Dizem que a mulher que o fez, sumiu de circulação da Internet e desde então nunca mais se ouviu falar dela. Alguns afirmam que ela ficou louca e suicidou-se, outros que a menina veio busca-la. Algumas pessoas ligadas fortemente ao espiritismo, não tem duvidas em afirmar que a mulher era a própria menina, vinda em forma de um espírito que utilizou o meio de comunicação mais difundido nos dias de hoje, pois teria feito um pacto com o Satanás para que ninguém mais duvidasse dos poderes de Lúcifer (Nome do Diabo) em troca de que ela pudesse descansar em paz, por isso ela mesma haveria indicado o local do seu cadáver para que pudessem encontrá-la.
Quero deixar claro que a Assustador.com.br não tem nada com o satanismo ou o sobrenatural do Diabo, e sim pelos espíritos. Apenas obtém informações semanais de vários arquivos e projetos.
Atenção! se não quiser visualizar a foto, retorne!
Cuidado!!!
Eis a foto.
No dia 27 Setembro de 1998, é encontrado um cadáver, muito bem conservado. A primeira vista uma menina vítima de um estupro, recente, com aproximadamente 12 anos de idade. Após uma primeira análise feita pela polícia técnica da cidade, constatou-se que alguns dos objetos pessoais da menina tinham mais de 30 anos. Isto chamou a atenção de uma Universidade Inglesa, que com uma parceria com a polícia local, foi feita uma exumação do corpo.
Feita a análise de DNA, seguida de minuciosos exames, foi constatado que o corpo havia sido conservado, inexplicavelmente, por mais de 30 anos. Foram averiguados todos os crimes ocorridos nesta época mas nenhum bateu com a fisiologia da menina em questão. Porém descobriu-se que ocorreu neste período um desaparecimento de uma menina de dentro de um colégio de freiras, próximo ao local onde o corpo havia sido encontrado.
Foi então feita uma pesquisa nos arquivos da escola para tentar explicar o estranho acontecimento. A menina chamava-se Marian Melisa Taylor e seus arquivos indicavam a data de seu nascimento no dia 6 de junho 1950. Seu desaparecimento no dia 24 de junho de 1962 . No meio dos arquivos da menina em questão, foi encontrada uma foto com a data no seu verso. Porem esta foto estava em péssimo estado, e foi necessário um espectrografia digitalizada a fim de recuperar a foto.
Para espanto dos que estavam fazendo um trabalho de recuperação nesta foto, a menina apareceu despida, com um vulto inexplicável atrás, como se tivesse puxando-a para dentro de uma sala e ela tentando fugir. Porem na foto original, percebia-se claramente a presença da vestimenta tradicional para uma estudante em um colégio de freiras para a época. Um vestido longo, azul marinho, com a cruz de Cristo no peito. E nenhum sinal de vulto algum.
Descobriu-se também que na noite do dia em que a foto foi tirada, a menina desapareceu. Após a foto ter tomado seu formato atual, foram extraviadas inexplicavelmente as outras fotos da menina de dentro dos computadores da universidade e da policia, inclusive a foto original que foi scaneada para que pudessem ser feitos os estudos.
Professores e Mestres de computação gráfica que trabalhavam no caso, não souberam explicar como a foto original transformou-se tão drasticamente. Tentou-se em vão retroceder o processo e chegar a foto original.
Curiosidades
Na foto original afirmam que a postura da menina era normal de quem esta posando para uma foto, com os pés juntos e o vestido longo deixando apenas as sapatilhas de fora.
Algumas pessoas não vêem a imagem da menina, mas vêem a imagem do demônio atrás dela
Outras dizem ver a imagem se movimentando, como se tentasse fugir do satanás. (Essas pessoas após verem a foto tiveram algum parente próximo, geralmente uma filha ou irmã, vítima de violência sexual seguida de homicídio ou simples desaparecimento).
Vejam estes dados matemáticos
A menina foi encontrada 36 anos depois (3+6) = 9
O ano que ela desapareceu foi (1962) = (1+9+6+2) = (1+8) = 9
Numero da Besta (6+6+6) = (1+8) = 9
Agora vamos pegar um número de cada, obteremos o 999
A data cujo ela foi encontrada 27/09/1998 (2+7/9/1+9+9+8) = 9/9/9
Sua foto apareceu misteriosamente com a photopolaridade magnética invertida, ao fazer uma rotação de 180° com os números duplamente encontrados acima "999" encontraremos o número 666, o numero da Besta
O ano que a menina foi encontrada, 1998 que é igual a 3 vezes o numero da Besta 666
A data de nascimento da menina 6 de junho 1950 (6/6/1+9+5+0) ... (6/6/6) ... 666
A data que a menina desapareceu foi 24/06/1962 (2+4/6/1+9+6+2) ... (6/6/6) ... 666
O numero de letras do nome dela Marian(6) Melisa(6) Taylor(6) ... Reparem o número novamente!
O dia em que a menina desapareceu 24 subtraído da data de seu nascimento 6 = 18
3 x 6 = 18 ou escrevendo 3 x 6 de outro modo 6+6+6.
Não seria tudo isso muita coincidência?
Dados
Esta matéria foi tirada de um site de Satanismo hospedado na Inglaterra, que hoje não existe mais. Dizem que a mulher que o fez, sumiu de circulação da Internet e desde então nunca mais se ouviu falar dela. Alguns afirmam que ela ficou louca e suicidou-se, outros que a menina veio busca-la. Algumas pessoas ligadas fortemente ao espiritismo, não tem duvidas em afirmar que a mulher era a própria menina, vinda em forma de um espírito que utilizou o meio de comunicação mais difundido nos dias de hoje, pois teria feito um pacto com o Satanás para que ninguém mais duvidasse dos poderes de Lúcifer (Nome do Diabo) em troca de que ela pudesse descansar em paz, por isso ela mesma haveria indicado o local do seu cadáver para que pudessem encontrá-la.
Quero deixar claro que a Assustador.com.br não tem nada com o satanismo ou o sobrenatural do Diabo, e sim pelos espíritos. Apenas obtém informações semanais de vários arquivos e projetos.
Atenção! se não quiser visualizar a foto, retorne!
Cuidado!!!
Eis a foto.
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