O vale do Anhangabaú é envolto em mistérios, em seu subsolo passa o rio Anhangabaú que em tupi-guarani significa mau espírito, ou seja rio do mal espírito, ou onde mal espírito bebe água.
Ele nasce no atual bairro do Paraíso, no subsolo de onde hoje fica a Avenida 23 de Maio, segue pela própria Avenida 23 de Maio, Vale do Anhangabaú até desaguar no rio Tamanduateí na Avenida do Estado.
Na época da colonização de São Paulo, indígenas tinham medo de cruzar o rio, diziam que sofreriam ataques do Anhangá, uma criatura maligna da mata.
O Anhangá se apresenta sob a forma de vários animais, entre eles galinha do mato, morcego, macaco, rato, humano mas principalmente como um veado branco com olhos de fogo e uma cruz na testa entre os olhos. Quando tem contato com algum humano, traz para quem o viu a desgraça e os lugares freqüentados por ele são ditos mal-assombrados. Ele protege os pequenos animais e plantas dos seres humanos, ou seja, não deixavam nem os índios caçarem para subsistência.
Na atualidade o vale do Anhangabaú abriga em sua volta centenas de prédios altos e alguns centenários, dentre esses são tidos como mal-assombrados o prédio dos correios, o teatro municipal, o edifício Martinelli, Edifício Joelma o Edifício Andraus e a câmara dos vereadores de São Paulo. Os 4 últimos são palcos de grandes desgraças, que são os incêndios do Joelma e Andraus e a morte do garoto que caiu de vários andares no poço do elevador do edifício Martinelli e a câmara dos vereadores de São Paulo foi por onde ficáramos corpos dos mortos do incêndio do Edifico Joelma. Até o famoso castelinho da Rua Apa, não fica tão distante do Vale do Anhangabaú.
É a única região urbana do Brasil que concentra tantos casos sobrenaturais em seu entorno, seria a ação do Anhangá por os seres humanos terem destruído toda a natureza em volta do rio Anhangabaú? Sensitivos afirmam que o vale do Anhangabaú emite energia muito ruim, o que faria com que seu entorno absorveria parte dessa energia.
Por isso fica o tema a analisar: Existe relação entre essas desgraças e o vale e seus espíritos? Porque os maiores incêndios com vitimas da cidade aconteceram no entorno do Rio Anhangabaú? Porque a Avenida 23 de Maio, onde o rio Anhangabaú passa é uma das avenidas com maior número de acidentes com morte de São Paulo? Porque há vários prédios em seu entorno tidos como mal-assombrados?
Gostaria de saber a opinião dos leitores, o que acham?
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Segredos e Mistérios de São Cipriano
*Aviso no Livro de São Cipriano*
Para que você goze todos os benefícios que este livro lhe poderá dar, é necessário que siga à risca a recomendação de São Cipriano, que afirma no Prefácio de seu manuscrito: "Este livro não poderá ser emprestado a ninguém; deverá pertencer exclusivamente a quem o adquiriu, não podendo fazer uso dele nenhuma outra pessoa, nem mesmo por parentesco de sangue ou que resida na mesma casa. Se esta advertência não for seguida à risca, nenhum benefício lhe será dado". Esta advertência de São Cipriano é compreensível, se levarmos em consideração que na época em que viveu, fornecia seus conhecimentos mediante consulta. Portanto, este livro representa EXCLUSIVAMENTE UMA CONSULTA DA PESSOA QUE O ADQUIRIU. É aconselhável que, após ter sido feito o uso necessário do mesmo, ele seja destruído ou então conservado em lugar inviolável.
*QUEM FOI*
A figura de São Cipriano mago é lendária. Deve ter sido criada no século IV e na Ásia Menor para ilustrar um tema caro aos antigos: a do feiticeiro que vende a sua alma ao diabo, mas se converte a Cristo. A figura de Cipriano mago, associou-se à lenda de Justina, virgem a mártir, também para ilustrar um tema muito estimado pelos cristãos: a da virgem que supera as armadilhas do homem que a quer seduzir. 0 autor da lenda deu ao mago convertido o nome de Cipriano, que era do famoso bispo de Cartago martirizado em 258. 0 recurso a este nome obteve mais estima e crédito para a lenda, que na Idade Média foi corroborada pela introdução de S. Cipriano e S. Justina no calendário litúrgico (aos 26/09). 0 "Livro poderoso de S. Cipriano" tem seu núcleo já no século IV, quando se difundiam as "Preces de Cipriano", utilizadas quase como fórmulas mágicas.
Popularmente fala-se muito do um São Cipriano mago, que teria deixado um "Livro Poderoso": "lido para a frente, lido para trás"... esse livro provocaria fenômenos estranhos: as vacas parariam de dar leite, os animais adoeceriam, os homens seriam prejudicados. Daí as perguntas: Quem foi S. Cipriano mago? Quando viveu? Que Livro Poderoso deixou?... É o que vamos examinar.
1. São Cipriano e seu Livro
A história conhece um S. Cipriano que foi bispo do Cartago, no Norte da África entre 249 e 258. Deixou numerosos escritos teológicos, hoje em dia editados, que nada tem a ver com magia ou ocultismo. Gozou de grande fama e estima após a sua morte, pois foi um mártir heróico, que marcou a Igreja do seu tempo. A sua festa é celebrada a 16 do setembro.
Aos 26 de setembro o Martirológio Romano (= Catálogo de Mártires) assinalava a festa dos mártires S. Cipriano e S. Justina. A história dessas figuras é narrada em grego, latim, sírio, árabe, etíope, copta e pálio-slavo – o que bem mostra quanto os antigos valorizavam esses dois personagens. Essas várias versões não coincidem sempre entre si; ao contrário, divergem por vezes. A mais antiga delas, a grega, refere o seguinte sob o título abaixo:
1.1. "Conversão de São Cipriano"
No começo do século IV, em Antioquia da Síria o diácono Prailio pregava as verdades da fé, quando uma jovem chamada Justa o ouviu a partir de uma janela e ficou impressionada. Ela contou o fato à sua mãe Cledônia, que, por sua vez, o relatou a seu marido Edésio. A família ficou perplexa, sem saber a que faria; todavia na noite seguinte apareceu-lhes Jesus Cristo com seus anjos e lhes disse: "Vinde a mim e eu vos darei o reino dos céus". Em conseqüência, chegado o dia, pai e mãe levaram a filha ao diácono Prailio, que os apresentou ao bispo Optato. Este os batizou e ordenou sacerdote Edésio, que era pontífice de um culto pagão. Edésio morreu dezoito meses depois; Justa entrementes freqüentava assiduamente a igreja, onde um jovem, de nome Aglaidas, a via muitas vezes passar e se apaixonou por ela. Pediu-a em casamento; mas Justa recusou-se, dizendo que queria permanecer virgem. Então Aglaidas, acompanhado do amigos, colocou-se no sou caminho, vedando-lhe a passagem; queria raptá-la. Mas as mulheres que acompanhavam Justa, puseram-se a gritar tanto que os servidores e vizinhos acorreram, pondo os agressores em fuga.
Aglaidas não desistiu do seu intento. Sabia que existia um mago poderoso chamado Cipriano; foi procurá-lo, prometendo-lhe dois talentos (grande quantia), caso conquistasse o coração de Justa para o seu pretendente. Cipriano então evocou um demônio... Este lhe entregou um veneno, que devia ser espalhado em torno da casa da moça. Quando esta se levantou para rezar, sentiu o ataque do Maligno; mas logo fez o sinal da Cruz sobre si e sobre a casa e orou fervorosamente ao Senhor. A vista disto, o demônio comunicou a Cipriano que a tentativa fora malograda. 0 mago, querendo salvar sua fama, chamou outro demônio, mais poderoso; também este foi vencido, mas não quis revelar a Cipriano o artifício que o desbaratara.
O mago, ainda mais ardoroso, evocou o pai dos demônios, que lhe apareceu, prometendo-lhe entregar a moça dentro de seis dias. Apresentou-se o tentador a Justa sob a aparência de uma jovem... Esta declarou a Justa que Jesus Cristo a enviara para levar com Justa uma vida perfeita. E acrescentou: "Que recompensa esperas receber por guardares a virgindade? Vejo-te esgotada pelos jejuns". Ao que Justa respondeu: "O fardo é leve, mas a recompensa é enorme". Prosseguiu o Maligno ainda disfarçado: "No começo Deus abençoou Adão e Eva, dizendo-lhes: “Crescei, multiplicai-vos, e enchei a terra'. Parece-me que, se perseverarmos na virgindade, desprezaremos a palavra do Deus e seremos tratadas como rebeldes no dia do juízo final'. Justa sentiu-se abalada por esta observação, mas recuperou-se e, fazendo o sinal da cruz com oração, soprou sobre o demônio, que fugiu.
Cipriano então pediu ao Maligno que lhe dissesse por que e como fora derrotado. O demônio só consentiu em falar depois que Cipriano lhe jurou que permaneceria sempre fiel ao demônio. Confessou, pois, que o poder do sinal do Crucificado ultrapassava o poder das trevas. Isto enfureceu Cipriano, que tratou o diabo de mentiroso; mandou-lhe que se retirasse; quando o Maligno quis pular sobre Cipriano para sufocá-lo, Cipriano o repeliu fazendo o sinal da Cruz. A seguir, foi procurar o bispo Antímio, a quem pediu que o instruísse na fé cristã e, ao voltar para casa, destruiu os seus ídolos.
No dia seguinte, que era Sábado Santo, Cipriano voltou à igreja, onde ouviu leituras sagradas e a homilia do bispo. No momento em que o diácono Astério convidava os catecumenos para se retirar, Cipriano ficou na igreja para grande surpresa do diácono, que insistiu dizendo: "Cipriano, levanta-te e sai". Replicou Cipriano: "Tornei-me servidor de Cristo e tu me expulsas!" Então o bispo, informado do caso, batizou Cipriano. Oito dias depois, deu-lhe o ministério do leitor; vinte e cinco dias mais tarde, fê-lo ostiário e subdiácono; cinqüenta dias depois, diácono e, finalmente, no fim do ano, presbítero. Passados dezesseis anos, Antímio estava para morrer e obteve que Cipriano lhe sucedesse na função episcopal. Feito Bispo, Cipriano terá promovido a jovem Justa ao cargo do diaconisa; trocou seu nome pelo de Justina e a fez Superiora de uma comunidade monástica. O resto da vida do Cipriano terá sido dedicado a combater as heresias.
*CASOS BIZARROS LIGADOS AO LIVRO*
Folha - 15/11/2005 - 20h43
Mais uma jovem indígena do Amazonas tenta suicídio
Mais uma jovem indígena tentou o suicídio em São Gabriel da Cachoeira (AM). Segundo a Delegacia de Polícia Civil, a morte da adolescente D., 16, foi impedida porque um amigo dela avisou a polícia de que a garota havia selado um pacto de morte com outros dois menores.
Entre outubro e novembro, três jovens indígenas cometeram suicídio por enforcamento em São Gabriel da Cachoeira, cidade na fronteira com a Colômbia e a Venezuela, localizada a 850 km de Manaus.
Outros quatro jovens, além de D., tentaram suicídio durante esse período. A polícia investiga a existência de uma lista que estaria circulando na cidade e que relaciona pelo menos 20 adolescentes que também cometeriam suicídio.
O motivo da seqüência de suicídios e das tentativas de suicídio ainda não foi identificado. Há duas versões em investigação: a existência de uma seita de jovens que se encontra em cemitérios à noite e que teria feito um pacto de morte e a de que um homem, que se faria passar por um pastor, estaria incentivando os jovens a se matar.
Segundo o delegado Prudêncio Brisolla Corrêa, D. foi encontrada ontem à noite sozinha em sua casa, no bairro Areal, quando a polícia chegou. No local, investigadores encontraram uma corda.
"Encontramos ela em casa muito assustada, descontrolada. Ela disse que morreria ontem e que no outro dia [hoje] outra garota se mataria", disse um investigador, que não quis se identificar.
Ele afirmou que os policias estão em alerta, já que não se sabe os nomes dos outros adolescentes que poderiam cometer suicídios.
A menina D. estudava na Escola Estadual Irmã Inês Penha, onde também estudavam os três índios que se mataram. O primeiro suicídio foi da menina R.,13, em 11 de outubro. O segundo, dia 24, da adolescente M., 12,. O último, do jovem D.,14, aconteceu na quinta-feira passada.
"Os pais do garoto que morreu foram a casa da menina D. e conversaram muito para ela desfazer essa idéia de morrer", disse o investigador que esteve na casa da garota.
A Delegacia Civil de São Gabriel da Cachoeira diz que tem apenas quatro policiais para investigar crimes que ocorrem na cidade de 30 mil habitantes, sendo que 90% são indígenas, das etnias tukanos, barés, werekena e baniwas. O juiz da cidade, Rene Gomes da Silva Junior, pedirá reforços para a Secretaria Estadual de Segurança Pública.
A maioria dos indígenas que vive em São Gabriel se desagregou das aldeias isoladas do alto rio Negro em busca de emprego na cidade, vivendo em bairros da periferia em condições precárias de saneamento e abastecimento de água. Muitas jovens são mães solteiras, rejeitadas pelas aldeias porque se envolveram com não-índios.
A polícia, a Funai (Fundação Nacional do Índio), a Funasa (Fundação Nacional de Saúde), o governo municipal e representantes de organizações da cidade montaram comissões para investigar o caso dos suicídios e também para dar apoio aos jovens e a suas famílias.
No sábado, mais de mil pessoas participaram de uma caminhava pela vida. Hoje, a presidência da Funai, em Brasília, informou que estuda a possibilidade de acionar a Polícia Federal para investigar os casos.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u73918.shtml
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Agência Estado - 17:06 - 14/11/2005
Onda de suicídios assusta cidade do Amazonas
Três adolescentes cometeram o suicídio e outros três tentaram se matar por enforcamento nas últimas duas semanas em São Gabriel da Cachoeira, a 858 quilômetros de Manaus. Os seis estudavam na mesmo local: Escola Estadual Irmã Inês Penha. Está sendo investigado pela Polícia Civil local a possibilidade de eles estarem lendo livros supostamente usados em rituais de magia negra.
Os três mortos, duas garotas de 12 e 13 anos e um rapaz de 14 anos, se enforcaram com cordas em suas casas, sempre à noite, em momentos em que estavam sozinhos. Segundo a secretária de Ação Social do município, Clarisse Viana Peres, "Todos tinham problemas familiares, e estamos enviando psicólogos e assistente social para ajudar às famílias dos mortos e dos que tentaram o suicídio", afirmou.
Na manhã de sábado, cerca de mil pessoas fizeram uma passeata pela valorização da vida nas ruas do município, segundo a secretária. De acordo com Peres, há dois anos seis indígenas cometeram suicídio no município, mas as causas estariam ligadas ao alcoolismo.
De acordo com uma professora dos adolescentes, que não quis se identificar, dois deles eram amigos e andavam com livros de São Cipriano. Os três, segundo a professora, deixaram cartas de despedida às famílias com o mesmo teor, dizendo que estariam sendo "chamados".
Fonte: http://noticias.aol.com.br/ciencia_e_tecnologia/fornecedores/age/2005/11/14/0004.adp (link corrompido)
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Em nenhuma reportagem é citada essa ACISO (Ação Cívico Social) que o Exército desempenha sempre, continuadamente e por todo o Brasil.
Como o que vende mais é falar e acusar a Instituição sobre tempos de Ditadura, o assunto das ACISO é convenientemente deixado de lado.
Recebi esse e-mail de um colega...
REPASSANDO mensagem RECEBIDA, VERSANDO SOBRE ATIVIDADES DO EXÉRCITO NA AMAZÔNIA.
Desde outubro deste ano, 3 crianças se suicidaram aqui na cidade de São Gabriel da Cachoeira. Entre elas, há em comum diversos fatores: estudavam na mesma escola, na mesma sala de aula, moravam no mesmo bairro e todas se suicidaram por enforcamento. De lá para cá, cerca de 40 crianças entre 11 e 17 anos tentaram se suicidar também por enforcamento. Como uma medida de emergência, tomei a iniciativa de colocar todas essas crianças "trabalhando" no hospital, como uma espécie de terapia ocupacional.
Conversando com essas crianças, surgiu a suspeita (ainda não confirmada) de que poderia existir um adulto incentivando estas tragédias e uma seita satânica poderia estar por trás de tudo. Quase todas essas crianças se reuniam no cemitério do local para realizar um ritual baseado num livro de bruxarias e fizeram desenhos macabros e cheios de simbolismos em túmulos, paredes e folhas de papéis, além de diversas cartas de despedidas para serem entregues quando morressem.
Felizmente, desde que abraçamos estas crianças aqui no Hospital do Exército, não houve mais nenhuma morte. Estamos hoje com cerca de 30 crianças, todas com uniforme próprio dado por nós do Exército. Tomam café conosco, lancham e algumas almoçam também. E tudo isso sem nenhum outro apoio de nenhum outro órgão (Estado, Prefeitura, etc.). Já estão planejadas para elas, oficinas de teatro, música, dança, artesanato e outras atividades com esses jovens.
Faço esse desabafo para mostrar que nós, do Serviço de Saúde do Exército, lutamos para salvar vidas. Enquanto uma parte da imprensa insiste em colocar fatos negativos e isolados para denegrir a imagem do Exército, estamos aqui no meio da Selva Amazônica dando esperança de vida a dezenas de crianças, graças ao nosso amor ao nosso país e ao nosso povo. Hoje, vários jornais do Brasil já publicaram matéria sobre esses trágicos acontecimentos, além do rádio e da TV. Mas gostaria de ressaltar que o nosso trabalho aqui é integral, é anônimo e é recompensador! Por esse motivo resolvi enviar este mail, para que vocês saibam que aqui, além de proteger as nossas fronteiras, o Exército também salva vidas!
Cid Bernardes Sgarbi - Major Médico
Uma cortesia do autor do Mistérios na Web, se você caro leitor tiver coragem ou curiosidade de ler o livro, estou disponibilizando o download do mesmo aqui no blog: http://www.4shared.com/file/22717251/3006a52d/
Para que você goze todos os benefícios que este livro lhe poderá dar, é necessário que siga à risca a recomendação de São Cipriano, que afirma no Prefácio de seu manuscrito: "Este livro não poderá ser emprestado a ninguém; deverá pertencer exclusivamente a quem o adquiriu, não podendo fazer uso dele nenhuma outra pessoa, nem mesmo por parentesco de sangue ou que resida na mesma casa. Se esta advertência não for seguida à risca, nenhum benefício lhe será dado". Esta advertência de São Cipriano é compreensível, se levarmos em consideração que na época em que viveu, fornecia seus conhecimentos mediante consulta. Portanto, este livro representa EXCLUSIVAMENTE UMA CONSULTA DA PESSOA QUE O ADQUIRIU. É aconselhável que, após ter sido feito o uso necessário do mesmo, ele seja destruído ou então conservado em lugar inviolável.
*QUEM FOI*
A figura de São Cipriano mago é lendária. Deve ter sido criada no século IV e na Ásia Menor para ilustrar um tema caro aos antigos: a do feiticeiro que vende a sua alma ao diabo, mas se converte a Cristo. A figura de Cipriano mago, associou-se à lenda de Justina, virgem a mártir, também para ilustrar um tema muito estimado pelos cristãos: a da virgem que supera as armadilhas do homem que a quer seduzir. 0 autor da lenda deu ao mago convertido o nome de Cipriano, que era do famoso bispo de Cartago martirizado em 258. 0 recurso a este nome obteve mais estima e crédito para a lenda, que na Idade Média foi corroborada pela introdução de S. Cipriano e S. Justina no calendário litúrgico (aos 26/09). 0 "Livro poderoso de S. Cipriano" tem seu núcleo já no século IV, quando se difundiam as "Preces de Cipriano", utilizadas quase como fórmulas mágicas.
Popularmente fala-se muito do um São Cipriano mago, que teria deixado um "Livro Poderoso": "lido para a frente, lido para trás"... esse livro provocaria fenômenos estranhos: as vacas parariam de dar leite, os animais adoeceriam, os homens seriam prejudicados. Daí as perguntas: Quem foi S. Cipriano mago? Quando viveu? Que Livro Poderoso deixou?... É o que vamos examinar.
1. São Cipriano e seu Livro
A história conhece um S. Cipriano que foi bispo do Cartago, no Norte da África entre 249 e 258. Deixou numerosos escritos teológicos, hoje em dia editados, que nada tem a ver com magia ou ocultismo. Gozou de grande fama e estima após a sua morte, pois foi um mártir heróico, que marcou a Igreja do seu tempo. A sua festa é celebrada a 16 do setembro.
Aos 26 de setembro o Martirológio Romano (= Catálogo de Mártires) assinalava a festa dos mártires S. Cipriano e S. Justina. A história dessas figuras é narrada em grego, latim, sírio, árabe, etíope, copta e pálio-slavo – o que bem mostra quanto os antigos valorizavam esses dois personagens. Essas várias versões não coincidem sempre entre si; ao contrário, divergem por vezes. A mais antiga delas, a grega, refere o seguinte sob o título abaixo:
1.1. "Conversão de São Cipriano"
No começo do século IV, em Antioquia da Síria o diácono Prailio pregava as verdades da fé, quando uma jovem chamada Justa o ouviu a partir de uma janela e ficou impressionada. Ela contou o fato à sua mãe Cledônia, que, por sua vez, o relatou a seu marido Edésio. A família ficou perplexa, sem saber a que faria; todavia na noite seguinte apareceu-lhes Jesus Cristo com seus anjos e lhes disse: "Vinde a mim e eu vos darei o reino dos céus". Em conseqüência, chegado o dia, pai e mãe levaram a filha ao diácono Prailio, que os apresentou ao bispo Optato. Este os batizou e ordenou sacerdote Edésio, que era pontífice de um culto pagão. Edésio morreu dezoito meses depois; Justa entrementes freqüentava assiduamente a igreja, onde um jovem, de nome Aglaidas, a via muitas vezes passar e se apaixonou por ela. Pediu-a em casamento; mas Justa recusou-se, dizendo que queria permanecer virgem. Então Aglaidas, acompanhado do amigos, colocou-se no sou caminho, vedando-lhe a passagem; queria raptá-la. Mas as mulheres que acompanhavam Justa, puseram-se a gritar tanto que os servidores e vizinhos acorreram, pondo os agressores em fuga.
Aglaidas não desistiu do seu intento. Sabia que existia um mago poderoso chamado Cipriano; foi procurá-lo, prometendo-lhe dois talentos (grande quantia), caso conquistasse o coração de Justa para o seu pretendente. Cipriano então evocou um demônio... Este lhe entregou um veneno, que devia ser espalhado em torno da casa da moça. Quando esta se levantou para rezar, sentiu o ataque do Maligno; mas logo fez o sinal da Cruz sobre si e sobre a casa e orou fervorosamente ao Senhor. A vista disto, o demônio comunicou a Cipriano que a tentativa fora malograda. 0 mago, querendo salvar sua fama, chamou outro demônio, mais poderoso; também este foi vencido, mas não quis revelar a Cipriano o artifício que o desbaratara.
O mago, ainda mais ardoroso, evocou o pai dos demônios, que lhe apareceu, prometendo-lhe entregar a moça dentro de seis dias. Apresentou-se o tentador a Justa sob a aparência de uma jovem... Esta declarou a Justa que Jesus Cristo a enviara para levar com Justa uma vida perfeita. E acrescentou: "Que recompensa esperas receber por guardares a virgindade? Vejo-te esgotada pelos jejuns". Ao que Justa respondeu: "O fardo é leve, mas a recompensa é enorme". Prosseguiu o Maligno ainda disfarçado: "No começo Deus abençoou Adão e Eva, dizendo-lhes: “Crescei, multiplicai-vos, e enchei a terra'. Parece-me que, se perseverarmos na virgindade, desprezaremos a palavra do Deus e seremos tratadas como rebeldes no dia do juízo final'. Justa sentiu-se abalada por esta observação, mas recuperou-se e, fazendo o sinal da cruz com oração, soprou sobre o demônio, que fugiu.
Cipriano então pediu ao Maligno que lhe dissesse por que e como fora derrotado. O demônio só consentiu em falar depois que Cipriano lhe jurou que permaneceria sempre fiel ao demônio. Confessou, pois, que o poder do sinal do Crucificado ultrapassava o poder das trevas. Isto enfureceu Cipriano, que tratou o diabo de mentiroso; mandou-lhe que se retirasse; quando o Maligno quis pular sobre Cipriano para sufocá-lo, Cipriano o repeliu fazendo o sinal da Cruz. A seguir, foi procurar o bispo Antímio, a quem pediu que o instruísse na fé cristã e, ao voltar para casa, destruiu os seus ídolos.
No dia seguinte, que era Sábado Santo, Cipriano voltou à igreja, onde ouviu leituras sagradas e a homilia do bispo. No momento em que o diácono Astério convidava os catecumenos para se retirar, Cipriano ficou na igreja para grande surpresa do diácono, que insistiu dizendo: "Cipriano, levanta-te e sai". Replicou Cipriano: "Tornei-me servidor de Cristo e tu me expulsas!" Então o bispo, informado do caso, batizou Cipriano. Oito dias depois, deu-lhe o ministério do leitor; vinte e cinco dias mais tarde, fê-lo ostiário e subdiácono; cinqüenta dias depois, diácono e, finalmente, no fim do ano, presbítero. Passados dezesseis anos, Antímio estava para morrer e obteve que Cipriano lhe sucedesse na função episcopal. Feito Bispo, Cipriano terá promovido a jovem Justa ao cargo do diaconisa; trocou seu nome pelo de Justina e a fez Superiora de uma comunidade monástica. O resto da vida do Cipriano terá sido dedicado a combater as heresias.
*CASOS BIZARROS LIGADOS AO LIVRO*
Folha - 15/11/2005 - 20h43
Mais uma jovem indígena do Amazonas tenta suicídio
Mais uma jovem indígena tentou o suicídio em São Gabriel da Cachoeira (AM). Segundo a Delegacia de Polícia Civil, a morte da adolescente D., 16, foi impedida porque um amigo dela avisou a polícia de que a garota havia selado um pacto de morte com outros dois menores.
Entre outubro e novembro, três jovens indígenas cometeram suicídio por enforcamento em São Gabriel da Cachoeira, cidade na fronteira com a Colômbia e a Venezuela, localizada a 850 km de Manaus.
Outros quatro jovens, além de D., tentaram suicídio durante esse período. A polícia investiga a existência de uma lista que estaria circulando na cidade e que relaciona pelo menos 20 adolescentes que também cometeriam suicídio.
O motivo da seqüência de suicídios e das tentativas de suicídio ainda não foi identificado. Há duas versões em investigação: a existência de uma seita de jovens que se encontra em cemitérios à noite e que teria feito um pacto de morte e a de que um homem, que se faria passar por um pastor, estaria incentivando os jovens a se matar.
Segundo o delegado Prudêncio Brisolla Corrêa, D. foi encontrada ontem à noite sozinha em sua casa, no bairro Areal, quando a polícia chegou. No local, investigadores encontraram uma corda.
"Encontramos ela em casa muito assustada, descontrolada. Ela disse que morreria ontem e que no outro dia [hoje] outra garota se mataria", disse um investigador, que não quis se identificar.
Ele afirmou que os policias estão em alerta, já que não se sabe os nomes dos outros adolescentes que poderiam cometer suicídios.
A menina D. estudava na Escola Estadual Irmã Inês Penha, onde também estudavam os três índios que se mataram. O primeiro suicídio foi da menina R.,13, em 11 de outubro. O segundo, dia 24, da adolescente M., 12,. O último, do jovem D.,14, aconteceu na quinta-feira passada.
"Os pais do garoto que morreu foram a casa da menina D. e conversaram muito para ela desfazer essa idéia de morrer", disse o investigador que esteve na casa da garota.
A Delegacia Civil de São Gabriel da Cachoeira diz que tem apenas quatro policiais para investigar crimes que ocorrem na cidade de 30 mil habitantes, sendo que 90% são indígenas, das etnias tukanos, barés, werekena e baniwas. O juiz da cidade, Rene Gomes da Silva Junior, pedirá reforços para a Secretaria Estadual de Segurança Pública.
A maioria dos indígenas que vive em São Gabriel se desagregou das aldeias isoladas do alto rio Negro em busca de emprego na cidade, vivendo em bairros da periferia em condições precárias de saneamento e abastecimento de água. Muitas jovens são mães solteiras, rejeitadas pelas aldeias porque se envolveram com não-índios.
A polícia, a Funai (Fundação Nacional do Índio), a Funasa (Fundação Nacional de Saúde), o governo municipal e representantes de organizações da cidade montaram comissões para investigar o caso dos suicídios e também para dar apoio aos jovens e a suas famílias.
No sábado, mais de mil pessoas participaram de uma caminhava pela vida. Hoje, a presidência da Funai, em Brasília, informou que estuda a possibilidade de acionar a Polícia Federal para investigar os casos.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u73918.shtml
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Agência Estado - 17:06 - 14/11/2005
Onda de suicídios assusta cidade do Amazonas
Três adolescentes cometeram o suicídio e outros três tentaram se matar por enforcamento nas últimas duas semanas em São Gabriel da Cachoeira, a 858 quilômetros de Manaus. Os seis estudavam na mesmo local: Escola Estadual Irmã Inês Penha. Está sendo investigado pela Polícia Civil local a possibilidade de eles estarem lendo livros supostamente usados em rituais de magia negra.
Os três mortos, duas garotas de 12 e 13 anos e um rapaz de 14 anos, se enforcaram com cordas em suas casas, sempre à noite, em momentos em que estavam sozinhos. Segundo a secretária de Ação Social do município, Clarisse Viana Peres, "Todos tinham problemas familiares, e estamos enviando psicólogos e assistente social para ajudar às famílias dos mortos e dos que tentaram o suicídio", afirmou.
Na manhã de sábado, cerca de mil pessoas fizeram uma passeata pela valorização da vida nas ruas do município, segundo a secretária. De acordo com Peres, há dois anos seis indígenas cometeram suicídio no município, mas as causas estariam ligadas ao alcoolismo.
De acordo com uma professora dos adolescentes, que não quis se identificar, dois deles eram amigos e andavam com livros de São Cipriano. Os três, segundo a professora, deixaram cartas de despedida às famílias com o mesmo teor, dizendo que estariam sendo "chamados".
Fonte: http://noticias.aol.com.br/ciencia_e_tecnologia/fornecedores/age/2005/11/14/0004.adp (link corrompido)
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Em nenhuma reportagem é citada essa ACISO (Ação Cívico Social) que o Exército desempenha sempre, continuadamente e por todo o Brasil.
Como o que vende mais é falar e acusar a Instituição sobre tempos de Ditadura, o assunto das ACISO é convenientemente deixado de lado.
Recebi esse e-mail de um colega...
REPASSANDO mensagem RECEBIDA, VERSANDO SOBRE ATIVIDADES DO EXÉRCITO NA AMAZÔNIA.
Desde outubro deste ano, 3 crianças se suicidaram aqui na cidade de São Gabriel da Cachoeira. Entre elas, há em comum diversos fatores: estudavam na mesma escola, na mesma sala de aula, moravam no mesmo bairro e todas se suicidaram por enforcamento. De lá para cá, cerca de 40 crianças entre 11 e 17 anos tentaram se suicidar também por enforcamento. Como uma medida de emergência, tomei a iniciativa de colocar todas essas crianças "trabalhando" no hospital, como uma espécie de terapia ocupacional.
Conversando com essas crianças, surgiu a suspeita (ainda não confirmada) de que poderia existir um adulto incentivando estas tragédias e uma seita satânica poderia estar por trás de tudo. Quase todas essas crianças se reuniam no cemitério do local para realizar um ritual baseado num livro de bruxarias e fizeram desenhos macabros e cheios de simbolismos em túmulos, paredes e folhas de papéis, além de diversas cartas de despedidas para serem entregues quando morressem.
Felizmente, desde que abraçamos estas crianças aqui no Hospital do Exército, não houve mais nenhuma morte. Estamos hoje com cerca de 30 crianças, todas com uniforme próprio dado por nós do Exército. Tomam café conosco, lancham e algumas almoçam também. E tudo isso sem nenhum outro apoio de nenhum outro órgão (Estado, Prefeitura, etc.). Já estão planejadas para elas, oficinas de teatro, música, dança, artesanato e outras atividades com esses jovens.
Faço esse desabafo para mostrar que nós, do Serviço de Saúde do Exército, lutamos para salvar vidas. Enquanto uma parte da imprensa insiste em colocar fatos negativos e isolados para denegrir a imagem do Exército, estamos aqui no meio da Selva Amazônica dando esperança de vida a dezenas de crianças, graças ao nosso amor ao nosso país e ao nosso povo. Hoje, vários jornais do Brasil já publicaram matéria sobre esses trágicos acontecimentos, além do rádio e da TV. Mas gostaria de ressaltar que o nosso trabalho aqui é integral, é anônimo e é recompensador! Por esse motivo resolvi enviar este mail, para que vocês saibam que aqui, além de proteger as nossas fronteiras, o Exército também salva vidas!
Cid Bernardes Sgarbi - Major Médico
Uma cortesia do autor do Mistérios na Web, se você caro leitor tiver coragem ou curiosidade de ler o livro, estou disponibilizando o download do mesmo aqui no blog: http://www.4shared.com/file/22717251/3006a52d/
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A casa amaldiçoada
Oi pessoal, estou de volta para mais um relato, só que dessa vez não é uma experiência minha, e sim de uma estimada amiga. Bem, vamos ao relato.
Contou-me ela que devido à separação dos seus pais, ela, a mãe e o irmão foram morar de favor em uma casa emprestada num bairro afastado da periferia. Nesta casa, a pessoa que a cedeu disse que o restante dos cômodos poderiam ser usados, menos um dos quartos porque havia uns pertences de uma outra moradora que havia morrido e não deixava parentes.
Pois bem, algumas semanas se passaram até que fatos curiosos começaram a acontecer.
A mãe dela uma noite sentiu-se mal e foi ao banheiro, acendeu a luz que piscou várias vezes como se fosse um problema na instalação, nessas idas e vindas de claridade ela pode ver nitidamente uma mulher pendurada pelo pescoço num dos caibros do banheiro. Aterrada ela correu ao encontro dos filhos no quarto. Ao amanhecer, ela chamou o amigo que havia emprestado a casa e relatou o acontecido, ele disse que essas coisas não existem e pediu que ela se acalmasse.
Alguns dias se seguiram... O irmão dela chegou da escola e foi tomar um banho e para surpresa ao abrir a porta do banheiro lá estava preso ao caibro um cinto de couro. A criança saiu pela vizinhança aos berros, vieram todos ver e não encontraram nada. A mãe dela então começou a procurar um lugar para alugar mesmo sem ter condições. Depois de andar muito chegaram cansados sem sucesso, resolveram fazer um lanche, indo a minha amiga comprar um guaraná desses de casco de vidro. Retornando do bar, ao entrar na cozinha a minha amiga foi arremessada com violência caindo por cima da garrafa cortando-se profundamente tendo que levar oitenta pontos no braço esquerdo, ficando assim internada.
Sua mãe voltando em casa para pegar umas roupas para a filha também foi atacada, dessa vez foi o espelho que se deslocou da parede e espatifando-se lançou cacos a cortando também, superficialmente. Dessa feita ela só voltou à casa para retirar seus poucos pertences com a ajuda do pároco da comunidade e com a ajuda de muita novena. Ficando assim esclarecido pelos moradores mais antigos, que ali morara uma mulher muito ciumenta que havia se enforcado com uma correia no banheiro depois de uma briga com o marido, deixando também que os filhos assistissem ao seu suicídio. Isso aconteceu no bairro beira-mar no município de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro no ano de 1992.
Contou-me ela que devido à separação dos seus pais, ela, a mãe e o irmão foram morar de favor em uma casa emprestada num bairro afastado da periferia. Nesta casa, a pessoa que a cedeu disse que o restante dos cômodos poderiam ser usados, menos um dos quartos porque havia uns pertences de uma outra moradora que havia morrido e não deixava parentes.
Pois bem, algumas semanas se passaram até que fatos curiosos começaram a acontecer.
A mãe dela uma noite sentiu-se mal e foi ao banheiro, acendeu a luz que piscou várias vezes como se fosse um problema na instalação, nessas idas e vindas de claridade ela pode ver nitidamente uma mulher pendurada pelo pescoço num dos caibros do banheiro. Aterrada ela correu ao encontro dos filhos no quarto. Ao amanhecer, ela chamou o amigo que havia emprestado a casa e relatou o acontecido, ele disse que essas coisas não existem e pediu que ela se acalmasse.
Alguns dias se seguiram... O irmão dela chegou da escola e foi tomar um banho e para surpresa ao abrir a porta do banheiro lá estava preso ao caibro um cinto de couro. A criança saiu pela vizinhança aos berros, vieram todos ver e não encontraram nada. A mãe dela então começou a procurar um lugar para alugar mesmo sem ter condições. Depois de andar muito chegaram cansados sem sucesso, resolveram fazer um lanche, indo a minha amiga comprar um guaraná desses de casco de vidro. Retornando do bar, ao entrar na cozinha a minha amiga foi arremessada com violência caindo por cima da garrafa cortando-se profundamente tendo que levar oitenta pontos no braço esquerdo, ficando assim internada.
Sua mãe voltando em casa para pegar umas roupas para a filha também foi atacada, dessa vez foi o espelho que se deslocou da parede e espatifando-se lançou cacos a cortando também, superficialmente. Dessa feita ela só voltou à casa para retirar seus poucos pertences com a ajuda do pároco da comunidade e com a ajuda de muita novena. Ficando assim esclarecido pelos moradores mais antigos, que ali morara uma mulher muito ciumenta que havia se enforcado com uma correia no banheiro depois de uma briga com o marido, deixando também que os filhos assistissem ao seu suicídio. Isso aconteceu no bairro beira-mar no município de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro no ano de 1992.
Misteriosa tumba no cemitério de Christ Church
Num morro acima da baía de Oistins, no Ocidente, você pode ver uma tumba vazia por quase 200 anos. Está sempre em perfeitas condições, mas continua vazia até a data de hoje, pela simples razão de que há caixões que são depositados nela e imediatamente jogados para fora ou colocados em estranhas posições. Os fatos são relativamente simples, descritos por muitas testemunhas e os juízes já estão habituados aos relatórios minuciosos e precisos das pessoas. Tudo ainda está arquivado nos arquivos britânicos, como a ilha de Barbados e de Londres, incluindo as medições, desenhos e declarações sob juramento. Muito menos simples são as explicações possíveis.Terremoto? Esta é a tumba que se encontra na parte mais baixa e que, em qualquer caso, não tem efeito sobre outros túmulos do cemitério. Inundações? O cemitério é sobre uma colina e há ainda todas as outras tumbas que estão intactas.
Ela ainda está esperando por uma explicação, uma vez que, no que diz respeito a fatos, que são considerados como certos e inquestionáveis.
A data desta tumba consta como construída na primeira metade do século XVIII. Tal como os outros túmulos da época, no mesmo cemitério, foi construída parcialmente no subsolo, em uma escavação de rocha, e por dois terços de paredes construídas em pedra, com uma pedra grande tipo laje utilizada como porta, formando uma pesada porta de cimento e selada após cada enterro. Esta tumba foi construída por uma família chamada Elliot, em 1724. A primeira pessoa que veio a falecer teve seu lugar com certeza...
Alguns anos depois foi enterrada uma senhora chamada Thomasina Goddard, em 31 de Julho de 1807. Não está claro por que a Sra. Goddard foi sepultada na tumba da família Elliot, que era proprietária e que continuava em vida naquela época. Não se sabe também, nem como esta tumba, passou para a família Chese. Ainda assim, em 22 de Fevereiro de 1808, uma garota chamada Mary Ann Chase Maria, filha do Honorável Thomas Chase, foi morta e enterrada nesta tumba.
O túmulo foi aberto novamente em 6 de Julho de 1812, para receber o corpo de Dorcas Chase, irmã mais velha de Mary Ann. Os outros dois caixões anteriores, estavam em seu lugar. Um mês depois, em 9 de Agosto de 1812, Thomas Chase, que também faleceu, foi levado para a tumba. Foi descoberto, então, que os caixões das duas irmãs não estavam apenas deslocados, mas aparentemente jogados e mesmo lançados dentro do Túmulo. O caixão de Mary Ann estava no canto oposto de onde foi deixado e em pé na parede da tumba. Movidos pelo espanto, a família de Mary Ann pediu uma explicação que não poderia ter sido dada naquele momento. Tudo foi colocado em ordem e, como sempre, a tumba foi fechada e novamente lacrada. Pouco a pouco, foram esquecendo o incidente que aconteceu naquela tarde, naquele cemitério.
Quatro anos se passaram e um rapaz, Samuel Brewster Ames Chase (membro da mesma familia) morreu em seu turno, no dia 25 de Novembro de 1816, e devido ao último acontecimento o pessoal do cemitério decidiu abrir a tumba desta vez na presença dos membros da família. Todos os caixões, exceto o da primeira ocupante, Sra. Goddard, estavam soltos, em todos os sentidos, como se houvesse passado um furacão no local! Dois meses mais tarde a tumba foi aberta para abrigar outro falecido da família, Brewster, que foi morto durante uma rixa. Desta vez, todos os caixões estavam amontoados e com os pinos invertidos! Finalmente em 17 de Julho de 1819, a Sra. Thomasina Clarke foi levada para o cemitério. Novamente ao abrir a tumba, todos os caixões se encontravam chocados uns com os outros!
Lord Combermere, governador da ilha, com ajuda de acampamentos, trouxe todos os representantes da justiça e uma grande multidão para assistirem o enterro e a abertura da tumba. Lord Combermere assumiu comando das operações. Ele foi o primeiro a considerar o Túmulo como que feito por arquitetos. Pois todo o acesso dentro dele era impossível, a menos que a porta, com o cimento e os selos, tivessem sido arrombadas por algum mal feitor (mas que estavam intactas). O governador mandou colocar todos o caixões em ordem e, então espalhar areia no piso da tumba e deu o caso como encerrado. Todos os caixões foram novamente lacrados e colocados pinos novos, assim como foram certificados de estarem em bom estado, com exceção do caixão da Sra. Goddard, que já estava bastante gasto pelo tempo, e foi colocado em um canto da tumba.
Foram feitos planos e mapas de localização exata dos outros caixões, tudo foi verificado antes de lacrarem novamente a tumba.
Oito meses mais tarde começaram os falatórios acerca do cemitério. Sem hesitação, Lord Combermere chama as autoridades religiosas e representantes do exército, arquitetos com os seus esboços e pedreiros, e em 18 de Abril de 1820, eles abriram a tumba na presença da família Chase. No interior da tumba não havia marcas na areia, os pinos em todos os caixões estavam intactos, não havia um traço sequer de arrastamento de objetos, nada... Mas todos os caixões estavam empilhados uns sobre os outros, alguns de cabeça para baixo, apoiados contra a parede!
A família Chese, apavorada, abandonou o que ela considerou hoje como "uma luta desigual e absurda". Ela mandou tirar todos os caixões e colocar em outra tumba...
E quanto a esta aí... Continua vazia, pois os fatos são inexplicáveis até a data de hoje!
Ela ainda está esperando por uma explicação, uma vez que, no que diz respeito a fatos, que são considerados como certos e inquestionáveis.
A data desta tumba consta como construída na primeira metade do século XVIII. Tal como os outros túmulos da época, no mesmo cemitério, foi construída parcialmente no subsolo, em uma escavação de rocha, e por dois terços de paredes construídas em pedra, com uma pedra grande tipo laje utilizada como porta, formando uma pesada porta de cimento e selada após cada enterro. Esta tumba foi construída por uma família chamada Elliot, em 1724. A primeira pessoa que veio a falecer teve seu lugar com certeza...
Alguns anos depois foi enterrada uma senhora chamada Thomasina Goddard, em 31 de Julho de 1807. Não está claro por que a Sra. Goddard foi sepultada na tumba da família Elliot, que era proprietária e que continuava em vida naquela época. Não se sabe também, nem como esta tumba, passou para a família Chese. Ainda assim, em 22 de Fevereiro de 1808, uma garota chamada Mary Ann Chase Maria, filha do Honorável Thomas Chase, foi morta e enterrada nesta tumba.
O túmulo foi aberto novamente em 6 de Julho de 1812, para receber o corpo de Dorcas Chase, irmã mais velha de Mary Ann. Os outros dois caixões anteriores, estavam em seu lugar. Um mês depois, em 9 de Agosto de 1812, Thomas Chase, que também faleceu, foi levado para a tumba. Foi descoberto, então, que os caixões das duas irmãs não estavam apenas deslocados, mas aparentemente jogados e mesmo lançados dentro do Túmulo. O caixão de Mary Ann estava no canto oposto de onde foi deixado e em pé na parede da tumba. Movidos pelo espanto, a família de Mary Ann pediu uma explicação que não poderia ter sido dada naquele momento. Tudo foi colocado em ordem e, como sempre, a tumba foi fechada e novamente lacrada. Pouco a pouco, foram esquecendo o incidente que aconteceu naquela tarde, naquele cemitério.
Quatro anos se passaram e um rapaz, Samuel Brewster Ames Chase (membro da mesma familia) morreu em seu turno, no dia 25 de Novembro de 1816, e devido ao último acontecimento o pessoal do cemitério decidiu abrir a tumba desta vez na presença dos membros da família. Todos os caixões, exceto o da primeira ocupante, Sra. Goddard, estavam soltos, em todos os sentidos, como se houvesse passado um furacão no local! Dois meses mais tarde a tumba foi aberta para abrigar outro falecido da família, Brewster, que foi morto durante uma rixa. Desta vez, todos os caixões estavam amontoados e com os pinos invertidos! Finalmente em 17 de Julho de 1819, a Sra. Thomasina Clarke foi levada para o cemitério. Novamente ao abrir a tumba, todos os caixões se encontravam chocados uns com os outros!
Lord Combermere, governador da ilha, com ajuda de acampamentos, trouxe todos os representantes da justiça e uma grande multidão para assistirem o enterro e a abertura da tumba. Lord Combermere assumiu comando das operações. Ele foi o primeiro a considerar o Túmulo como que feito por arquitetos. Pois todo o acesso dentro dele era impossível, a menos que a porta, com o cimento e os selos, tivessem sido arrombadas por algum mal feitor (mas que estavam intactas). O governador mandou colocar todos o caixões em ordem e, então espalhar areia no piso da tumba e deu o caso como encerrado. Todos os caixões foram novamente lacrados e colocados pinos novos, assim como foram certificados de estarem em bom estado, com exceção do caixão da Sra. Goddard, que já estava bastante gasto pelo tempo, e foi colocado em um canto da tumba.
Foram feitos planos e mapas de localização exata dos outros caixões, tudo foi verificado antes de lacrarem novamente a tumba.
Oito meses mais tarde começaram os falatórios acerca do cemitério. Sem hesitação, Lord Combermere chama as autoridades religiosas e representantes do exército, arquitetos com os seus esboços e pedreiros, e em 18 de Abril de 1820, eles abriram a tumba na presença da família Chase. No interior da tumba não havia marcas na areia, os pinos em todos os caixões estavam intactos, não havia um traço sequer de arrastamento de objetos, nada... Mas todos os caixões estavam empilhados uns sobre os outros, alguns de cabeça para baixo, apoiados contra a parede!
A família Chese, apavorada, abandonou o que ela considerou hoje como "uma luta desigual e absurda". Ela mandou tirar todos os caixões e colocar em outra tumba...
E quanto a esta aí... Continua vazia, pois os fatos são inexplicáveis até a data de hoje!
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