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Guerreiros Fantasmas da Colina Cadbury

Existem centenas de Lendas que envolvem o tranqüilo Oeste Bretão, com Fadas, Duendes e Fantasmas transitando pelas Colinas e também com Cães Sobrenaturais que vagam pelos Pântanos de Dartmoor. Mas talvez a mais poderosa das Lendas da Região seja a do Castelo Cadbury, no Condado de Solertes. O forte abandonado da Idade do Ferro fica no topo de um morro que tem a fama de ser não só oco, como habitado.

Uma professora primária contribuiu para a fama misteriosa da região ao relatar ter visto uma estranha procissão na Colina Cadbury, na década de 30. Ao passar de automóvel no sopé da Colina com seu amigo, afirmou ter visto várias luzes incandescentes em linha descendo o morro lentamente. Aproximando-se mais do local, puderam constatar que tais luzes eram provenientes de tochas presas à ponta das lanças de dezenas de cavaleiros, estes liderados por um "grande" cavaleiro negro que os guiaria novamente para a escuridão.

Esse relato fantástico seria apenas mais uma história de fantasmas se não fosse corroborado posteriormente por várias pessoas em épocas diferentes. Tais "Cavaleiros do Fogo" seriam os ocupantes de Cadbury. Segundo a Lenda local, a Colina havia sido sede da Corte de Arthur. Arqueólogos confirmam que o antigo forte pode ter sido a morada de algum chefe do século VI, na época em que o Rei Arthur lutou contra os Saxões. Há séculos que os moradores do local afirmam que o espectro de Arthur e de seus cavaleiros moram no interior da Colina Cadbury e que patrulham o forte nas noites de luar.

Pois para eles, a Guerra ainda não terminou, e pode ser que a Inglaterra precise de seus guerreiros novamente.

Esse texto é baseado no folclore da região citada.

A Hora da Morte

A dra. Louisa Rhine, pesquisadora do laboratório de parapsicologia da universidade de Duke, estudou vários casos de relógios que pararam de funcionar no momento da morte do seu dono. Num desses casos, um morador do Canadá relatou à dra. Rhine o que ocorreu em sua família, quando à morte do irmão de sua cunhada.

Quando o doente terminal morreu, às 6:24, o dito canadense, telefonou para a família e para o médico. Em seguida, preparou algo para que os visitantes pudessem comer. Além disso, era necessário ficar observando o relógio, porque a agência funerária chegaria às 9:30. Durante o café, um dos visitantes perguntou as horas; a cunhada do depoente consultou um relógio de bolso que lhe foi dado pelo seu irmão falecido. Ao ver o relógio, ela teve uma terrível surpresa: este marcava exatamente a hora e os minutos em que seu irmão morrera.

Para ter certeza de que aquilo não era uma estranha coincidência, ela pediu ao seu outro irmão que desse corda, para saber se ele parara por falta desta. O relógio ainda tinha três quartos de corda.

O Verdadeiro Tarzan



1991 - As mulheres de uma vila de Kabonge, em Uganda, olhavam espantadas a grande algazarra que faziam macacos verdes africanos enquanto corriam, atiravam gravetos e paus roubando comida da aldeia. Cansados da bagunça, espantaram os animais, e capturaram um deles que subia numa árvore. Ao olharem de perto o "animal", a surpresa foi geral...tratava-se de um menino, coberto de poeira, cabelos e pelos por todo o corpo. Também tinha unhas compridas, e pulgas se alojavam em todas as cavidades do corpo.

Depois de banhá-lo, barbeá-lo e colocá-lo em trajes "decentes", o jovem foi identificado por um aldeão como John Ssabunnya, menino desaparecido da vila anos antes, depois da morte de seus pais. O garoto, aos 5 anos de idade, havia assistido ao pai assassinar a mãe, e assustado, fugiu para a floresta. Após o crime, o pai do menino suicidou-se. Ninguém conseguiu seguir o rastro do pequeno órfão.

Uma colônia de macacos verdes recolheu o menininho e adotou-o , salvando assim sua vida. O menino aprendeu tudo com os macacos, inclusive subir em árvores e comer uma dieta de frutas, nozes, raízes e grãos. Viveu com sua nova "família" por 3 ou 4 anos, até ser capturado pelos aldeões de sua vila.

John foi encaminhado para um orfanato cristão em Kamuzinda, a 161 Km de Kampala, onde foi adotado pela família do administrador do orfanato, Paul Wassuna. Aprendeu a falar e comportar-se como um ser humano. The Pearl Of Africa Children Choir, um grupo de canto coral do orfanato, ajudou-o a recuperar o contato com a civilização.

Hillary Cook, uma dentista inglesa de 56 anos que trabalhava em Uganda naquele tempo, encontrou John e passou sua história para a BBC (emissora de TV inglesa British Broadcasting Corporation), que verificou sua veracidade.

Depois de ouvir todas as testemunhas do caso, a BBC levou um grupo de crianças, incluindo John, para o Centro de Educação de Vida Selvagem de Uganda, onde a primatologista Debbie Cox trabalhava com um grupo de macacos verdes africanos. O Psicólogo americano Douglas Candland, da Universidade de Buckneell, uniu-se à ela neste estudo. Segundo o estudioso, os macacos verdes seriam os únicos da raça que teriam aceito um humano entre eles. Passam longos períodos de tempo no solo, tem uma dieta adequada e um garotinho de cinco anos poderia acompanhá-los.

John não via macacos desde que havia sido capturado. A especialista estava bastante céptica quanto aos resultados da experiência. John, completamente integrado com as crianças, iniciou sua visita. Ao chegar perto dos macacos, as crianças começaram a provocá-los, atirando galhos e gritando.

John tomou uma atitude completamente diferente dos outros: ficou encolhido e esticou sua mão aberta para os macacos¹. Começou uma complicada rotina de olhares oblíquos e sons guturais, de alguma forma harmoniosos. Todas as pessoas presentes ficaram em silêncio profundo, observando a cena boquiabertos. Em menos de duas horas, John foi completamente aceito pela comunidade dos macacos e estava alegremente interagindo com eles, compelindo Debbie Cox a declarar que certamente ele havia passado pelo menos 2 anos vivendo entre os macacos na floresta. Sua vida foi divulgada num documentário em 1999.


Depois de observá-lo com os macacos, a Dra. Cox e o Dr. Candland contrataram John como guarda, que aproveitará assim seu conhecimento sobre os animais, que não o temem.

Pelo fato de John ter aprendido a falar antes de ter fugido para a selva, ele é a primeira criança selvagem capaz de esclarecer a sua experiência para cientistas independentes. É a prova viva de que um humano pode sobreviver com outra espécie. Mas o fato mais notável do seu percurso é que, ao contrário de outros casos, ele conseguiu crescer como uma criança feliz e integrada.

¹ A mão aberta significa para os macacos que eles nada tem a temer.

Pé Grande


Esta fotografia foi revelada de um filme colorido de 16 mm. Faz parte de uma série de outras, batidas por Roger Patterson e Bob Gimlin,em Bluff Creek, Califórnia, no dia 20 de outubro de 1967. Essas fotografias foram analisadas por vários especialistas fotográficos, que confirmaram a autenticidade delas.

Um dos casos com relevantes números de incidentes -- para ter-se a certeza de que ocorrera realmente -- acerca do Pé Grande, ganhou ampla cobertura por parte da impressa norte-americana em 1965.

Em 11 de agosto daquele ano, Christine Van Acker e sua mãe, andavam de carro numa reserva florestal da cidade de Monroe, Michigan. Ao dobrarem uma curva, depararam-se com uma criatura gigantesca que saia do mato e, em seguida, deslocou-se ao meio da estrada. A criatura deveria ter por volta de 2,10 metros de altura, era coberta de pelos e exalava um cheiro forte.

Apavorada, Christine trocou o acelerador pelo o freio. Enquanto ela tentava religar o carro, a criatura colocou a mão pela janela e agarrou-lhe a cabeça. Talvez assustada pelos gritos das mulheres e pela buzina do carro, a criatura afastou-se dali, deixando as duas mulheres em pânico.

Algum tempo depois, operários que trabalhavam nas imediações do local, chegaram até elas, e encontraram-nas bastante nervosas. Detalhe: Christine, não se sabe como ou porque -- pois a criatura não chegou a tocar em sua face --, estava com um dos olhos roxo.

O Rapto de Sílvia



Depois de recorrer à hipnose, Sílvia (nome fictício, pois a vítima prefere manter-se no anonimato) descobriu ter sofrido uma abdução. O caso ocorreu no ano de 1986; Sílvia fora raptada enquanto dormia ao lado do marido, que nada ouvira.

Na regressão, viu-se dentro de uma nave, rodeada por seres alienígenas, que submeteram-na a exames físicos e lhe retiram pelo menos um óvulo, que foi fecundado.

-- Nos flashes -- declarou ela --, estava cercada de incubadoras e por seres que pareciam estudar cérebros humanos.

Mas essa ainda não era uma experiência isolada. Posteriormente, Sílvia fora novamente abduzida. Desta vez, ela voltou e estava amamentando uma criança -- reviveu essa abdução em outra sessão de hipnose.

-- Apresentaram-no como meu arquivo genético -- disse Sílvia --. Mas descobri que aquilo era meu próprio filho!

A experiência chegou a abalar o seu casamento, que só voltou ao normal quando ela recuperou-se do trauma e recebeu um atestado de sanidade mental. Ela, o marido e uma médica da família tiveram juntos um contato de terceiro grau. Viram e conversaram com os seres que raptaram-na.

-- Hoje meu marido sente na pele o que eu passei -- diz ela.

Esse é um dos grandes casos estudados pela ufologia brasileira. Sílvia, ao declarar o ocorrido, foi afastada da igreja evangélica que freqüentava e ridicularizada pelas pessoas que a cercavam. Há dezenas de casos semelhantes a esse, que aconteceu na região serrana do Rio de Janeiro, documentados em todo o mundo, que originaram, também, alguns filmes; o mais famoso é Intruders, de 1992.